Ficha do produto
Manifestos
Código: 79448
Última edição: maio de 2016
N.º de páginas: 80
Editor: Assírio & Alvim
ISBN: 978-972-37-1909-3
Coleção: Almada Breve
Em stock - Envio imediato
PÁGINAS
 

Sobre o livro

Sinopse
São apenas quatro, mas os manifestos de Almada Negreiros constituem peças-chave para a Vanguarda nos anos 10 do século XX. São textos de grande intensidade, que participam de um momento revolucionário nas artes em Portugal e no mundo.

A colecção Almada Breve reúne uma série de antologias da obra literária de José de Almada Negreiros. Organizada por géneros, apresenta em sequência cronológica textos decisivos do autor, anotados, com uma introdução que os contextualiza, e incluindo os desenhos ou arte gráfica das publicações originais, elementos imprescindíveis para a leitura dos escritos de que fazem parte.


Detalhes do produto



Ano de edição ou reimpressão: 2016

Editor: Assírio & Alvim

Idioma: Português

Dimensões: 122 x 180 x 8 mm

Encadernação: Capa mole

Páginas: 80

Coleção: Almada Breve

Classificação: Outras Formas Literárias

 

Outros livros

Bibliografia

2016  Assírio & Alvim
2016  Assírio & Alvim
2016  Assírio & Alvim
2016  Assírio & Alvim
2015  Assírio & Alvim
2015  Assírio & Alvim
2006  Assírio & Alvim
Nascido em São Tomé em 1893, viveu em Portugal e revelou-se como um artista e um escritor polifacetados: artista plástico, poeta, ensaísta, romancista e dramaturgo, ligou-se em 1913 ao grupo modernista.
Utilizou sempre uma linguagem considerada mais elementar que a do seu desenho e construiu a sua obra literária por entre tensões - dividido entre a intuição e a análise, entre a vocação poética e o espírito ensaístico. Em todas estas manifestações criativas mostrou sempre uma grande capacidade de invenção.
Com Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, formou o grupo da revista Orpheu, tendo mais tarde lançado a revista Sudoeste e promovido uma série de conferências. Sempre desejou que a produção artística se orientasse pela linha de renovação dos países já animados do espírito europeu - o que pode explicar a tendência provocatória (...)