Ficha do produto
Filhos sem Filhos
Código: 79382
Última edição: junho de 2014
N.º de páginas: 256
Editor: Assírio & Alvim
ISBN: 978-972-37-1755-6
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PÁGINAS
 

Sobre o livro

Sinopse
Neste livro, uma história breve e singular de Espanha, os protagonistas dos diversos episódios são todos filhos sem filhos, pessoas que não desejam nenhuma descendência, portadoras de uma personalidade distante da sociedade e que, contra tudo o que se possa pensar, não reinvindicam nenhuma ajuda já que só podem alimentar-se de si próprios, de modo a prosseguir a sua verdade; inventando uma espécie de indiferença distante, ligando-se à realidade apenas por intermédio de um fio invisível como o da aranha. Todos os personagens parecem, assim, estar em sintonia com o que Kafka escreveu no seu diário, em Agosto de 1914: «Hoje a Alemanha declarou guerra à Rússia. À tarde fui nadar», já que todos colocam no mesmo nível o plano histórico e o pessoal.
Filhos sem Filhos, um livro audaz e surpreendente; uma antologia de fantasmas ambulantes, sombras checas, pessoas pobres e outros génios da natação.

Filhos sem Filhos de Enrique Vila-Matas

Detalhes do produto


Filhos sem Filhos de Enrique Vila-Matas

Ano de edição ou reimpressão: 2014

Editor: Assírio & Alvim

Idioma: Português

Dimensões: 148 x 205 x 21 mm

Encadernação: Capa mole

Páginas: 256

Classificação: Contos

 

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Enrique Vila-Matas nasceu em Barcelona em 1948. Em 1968 foi viver para Paris, auto exilado do governo de Franco e à procura de maior liberdade criativa. O apartamento onde se instalou foi-lhe alugado pela escritora Marguerite Duras. Durante esse anos subsistiu realizando pequenos trabalhos como jornalista para a revista "Fotogramas", e chegou a colaborar como figurante num filme de James Bond.
Vila-Matas publicou o seu primeiro livro, "La Asesina Ilustrada", em 1977, e desde então não mais deixou de escrever porque, de acordo com o que o próprio afirmou, "escrever é corrigir a vida, é a única coisa que nos protege das feridas e dos golpes da vida."
Com a publicação de "História Abreviada da Literatura Portátil" começou a ser reconhecido e admirado no âmbito internacional, especialmente nos países latino-americanos e Portugal.
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