Ficha do produto
Longe de Veracruz
Código: 79273
Última edição: setembro de 2014
N.º de páginas: 264
Editor: Assírio & Alvim
ISBN: 978-972-37-1782-2
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PÁGINAS
 

Sobre o livro

Sinopse
Longe de Veracruz é um texto inebriante e ínsone que Enrique Vila-Matas domina com brio e fantasia. Romance de uma viagem imóvel numa geografia de sonho, tão verdadeira como fantasmagórica. Aqui, alguns seres inesperados - uma bela cantora de bolero assassina, um dentista alcoólico, um chulo, um cabeleireiro fascista, o escritor mexicano Sergio Pitol - gravitam à volta de três irmãs rivais no amor, na arte e na vida e que, como Don Juan, ostentam o nome Tenorio. Neste livro Vila-Matas demonstra-nos, mais uma vez, que só transmutado pelas armadilhas da literatura o real se torna suportável.

«O inferno é o outro. Mas também a dor de não ser esse outro. Assim se poderia resumir uma das linhas temáticas que atravessam este extravagante e sedutor romance.»
El País

«Encontram-se aqui muitos dos subtemas preferidos de Enrique Vila-Matas, o contexto familiar, a obsessão pelas viagens, os constantes brindes e alusões ao mundo da literatura contemporânea, os jogos eróticos e sexuais que banalizam as maiores tragédias, o contínuo apelo ao humor, a um sarcasmo que nega a gravidade do que se está a narrar.»
ABC Literario

Longe de Veracruz de Enrique Vila-Matas

Detalhes do produto


Longe de Veracruz de Enrique Vila-Matas

Ano de edição ou reimpressão: 2014

Editor: Assírio & Alvim

Idioma: Português

Dimensões: 147 x 205 x 21 mm

Encadernação: Capa mole

Páginas: 264

Classificação: Romance

 

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Enrique Vila-Matas nasceu em Barcelona em 1948. Em 1968 foi viver para Paris, auto exilado do governo de Franco e à procura de maior liberdade criativa. O apartamento onde se instalou foi-lhe alugado pela escritora Marguerite Duras. Durante esse anos subsistiu realizando pequenos trabalhos como jornalista para a revista "Fotogramas", e chegou a colaborar como figurante num filme de James Bond.
Vila-Matas publicou o seu primeiro livro, "La Asesina Ilustrada", em 1977, e desde então não mais deixou de escrever porque, de acordo com o que o próprio afirmou, "escrever é corrigir a vida, é a única coisa que nos protege das feridas e dos golpes da vida."
Com a publicação de "História Abreviada da Literatura Portátil" começou a ser reconhecido e admirado no âmbito internacional, especialmente nos países latino-americanos e Portugal.
As suas obras são uma mescla de (...)