Ficha do produto
Ostinato Rigore
Código: 79336
Última edição: fevereiro de 2013
N.º de páginas: 56
Editor: Assírio & Alvim
ISBN: 978-972-37-1667-2
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PÁGINAS
 

Sobre o livro

Sinopse
O quarto volume da coleção Obras de Eugénio de Andrade corresponde a Ostinato Rigore, um dos livros mais marcantes na sua obra poética.

Como diz Eduardo Lourenço, no seu admirável texto Oiro e Melancolia, justamente dedicado a este livro, A sandália de Eugénio de Andrade, poeta do instante eterno em que o meio-dia humano se incarna miraculosamente, é menos ostentatória que a de Empédocles. E mais lusitanamente acordada com a essência de uma lírica que, atentando melhor, e contrariamente ao que poderia parecer, inverte menos a sua música profunda de um canto ingénuo da nossa alma galaica, vibrando anónima com a Natureza, do que a potencia magicamente como resposta e refúgio contra o mundo sem inocência que nos coube.

É com um breve poema que integra hoje a nossa memória cultural que o poeta de Ostinato Rigore se despede do seu verão, como nós nos despedimos dele colhendo

todo o oiro do dia
na haste mais alta
da melancolia.

Ostinato Rigore de Eugénio de Andrade

Detalhes do produto


Ostinato Rigore de Eugénio de Andrade

Ano de edição ou reimpressão: 2013

Editor: Assírio & Alvim

Idioma: Português

Dimensões: 145 x 205 x 6 mm

Encadernação: Capa mole

Páginas: 56

Classificação: Poesia

 

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1923-2005) Poeta português, Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas, nasceu a 19 de Janeiro de 1923 no Fundão. Em 1947 ingressou na função pública, como funcionário dos Serviços Médico-Sociais, e em 1950 fixou residência no Porto. Manteve sempre uma postura de independência relativamente aos vários movimentos literários com que a sua obra coexistiu ao longo de mais de cinquenta anos de actividade poética. Revelando-se em 1948, com As Mãos e os Frutos, a que se seguiria, em 1950, Os Amantes sem Dinheiro, o seu nome não se encontra vinculado a nenhuma das publicações que marcaram, enquanto lugar de reflexão sobre opções e tradições estéticas, a poesia contemporânea, embora tenha editado um dos seus volumes, As Palavras Interditas, na colecção "Cancioneiro Geral" e tenha colaborado em publicações como Árvore, Cadernos do Meio-Dia ou Cadernos de (...)