Crescer Vazio

Crescer Vazio

Repercussões psíquicas do abandono, negligência e maus tratos em crianças e adolescentes

avaliação dos leitores (5 comentários)
(5 comentários)
ISBN: 978-972-37-0462-4
Edição/reimpressão: 03-2012
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78326
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SINOPSE

Richard Rollinson, director da Mulberry Bush School, uma comunidade terapêutica que acolhe e trata crianças vítimas de privações emocionais múltiplas, onde o pedopsiquiatra Pedro Strecht estagiou, assina a introdução a "Crescer Vazio" resumindo, em traços largos, a obra assim: "Este é um livro baseado em casos clínicos de repercussões psíquicas de abandono, negligência e maus tratos em crianças e adolescentes que, por conseguir delimitar o seu espaço próprio e estar escrito de uma forma tão acessível, não necessitaria de grande introdução. (...) estou certo de que esta obra terá um grande valor para muitos de nós que trabalhamos com crianças."

Vítor Quelhas, numa recensão ao livro no Expresso afirmava que "Crescer Vazio" "não pode deixar de se tornar leitura obrigatória, antes de mais para pais, educadores, técnicos de saúde, psicoterapeutas, juristas e responsáveis políticos e prisionais. Para que todos apostem na dignidade, enquanto pessoas, dos menores em situação de risco."

Mas apesar de o tema ser doloroso e perturbantes as situações, algumas extremas, que o livro exemplifica, há em "Crescer Vazio" também a esperança de que as coisas mudem, a esperança de tranformação das experiências negativas da vida. Para que as crianças maltratadas de hoje não se tornem pais maltratantes amanhã.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Leitura indispensável
Filipa Duarte | 2019-10-31
Um livro muito profundo, com uma linguagem clara. Faz-nos pensar no quão profundos e importantes são os relacionamentos interpessoais, pois no fim de contas somos todos significativos para alguém.
«Crescer Vazio» - um livro muito importante
Maria | 2019-05-01
Em «Crescer Vazio», Pedro Strecht relata as histórias das crianças e jovens que acompanhou enquanto pedopsiquiatra de uma forma extremamente empática, procurando mostrar que, apesar de todo o sofrimento por que estas crianças e jovens passaram, há esperança. «Mas além de tudo, de todo o sofrimento de uma qualquer violência à sua pessoa, as crianças possuem sempre um outro lado. Um lado saudável que olha com esperança a toda a volta. Se dos dois olhos de uma criança violentada um olha aquele que a violentou, outro procura em redor a diferença pelo forte, bom e belo. Este último núcleo de esperança é muito difícil de apagar». «Crescer Vazio» é um livro fundamental para todos os que trabalham com crianças e jovens em situação de risco, mas é um livro que todas as pessoas podem e devem ler.

DETALHES DO PRODUTO

Crescer Vazio
ISBN: 978-972-37-0462-4
Edição/reimpressão: 03-2012
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78326
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 220 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Psicologia
Pedro Strecht nasceu em 1966. Terminou o curso de medicina em 1989, é especialista em Psiquiatria da Infância e Adolescência (Pedopsiquiatria) desde 1995 e autor de mais de trinta livros. Exerceu diversas funções ao longo da sua vida profissional: foi professor do Ensino Secundário e do Ensino Superior, médico no Hospital de Dona Estefânia, no Chapitô, nos Centros Educativos da Bela Vista e Padre António de Oliveira, no Centro Dr. João dos Santos - Casa da Praia e na Cooperativa A Torre, foi supervisor do Projeto de Apoio à Família e à Criança Maltratada, colunista da revista Pais e Filhos e do jornal Público, coordenou a Equipa de Intervenção Psicossocial do Gabinete de Reconversão do Casal Ventoso e também a Equipa de Intervenção em Crise da Casa Pia de Lisboa. Atualmente, trabalha em consulta privada, na ART - Associação de Respostas Terapêuticas e num Lar de Infância e Juventude Especializado, GPS. Distribui o seu trabalho de base ao longo de quatro dias da semana, durante dez meses do ano. Tem como outros interesses fundamentais a música, a literatura, a escrita e a natureza. Não usa relógio e ainda não se adaptou a telemóveis das novas gerações. Não tem e não acede a redes sociais. A melhor definição de tempo que ouviu até à presente data foi-lhe transmitida por uma criança de sete anos: «o tempo é uma bola redonda que ainda não parou de andar».
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