Poesia de Álvaro de Campos

Poesia de Álvaro de Campos

avaliação dos leitores (2 comentários)
(2 comentários)
ISBN:978-972-37-0677-2
Edição/reimpressão:10-2013
Editor:Assírio & Alvim
Código:78434
ver detalhes do produto
22,20€
17,76€
-20%
24H
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
COMPRAR
-20%
24H
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
22,20€
17,76€
COMPRAR
I20% DE DESCONTO IMEDIATO
IEm stock - Envio 24H
IPORTES GRÁTIS

SINOPSE

Álvaro de Campos é o protagonista do «drama em gente» que, segundo Pessoa, o conjunto da obra heterónima constitui. Alberto Caeiro e Ricardo Reis são os dois planetas mais importantes dos muitos que gravitam em volta dessa estrela central. Impossível compreendê-los sem entender as relações que os reúnem e opõem. E também que Campos é o «fingidor» não só das dores e emoções que Pessoa «deveras sente» mas também das que se «esqueceu de sentir», como ele próprio disse. Viveu em seu lugar a vida de que ele se absteve — por «incompetência», escreveu. Catarticamente, encarnou a loucura e a homossexualidade cujo espetro perseguia Pessoa. E, como o seu criador, desdobrou-se em vários outros, sincrónica e diacronicamente, ao longo da sua vida. Morreram juntos.
Ver Mais

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

O heterónimo por excelência
José Vieira |2015-01-14
Neste livro, coordenado pela prestigiada pessoana Teresa Rita Lopes, encontramos informações deslumbrantes e deliciosas acerca deste heterónimo que sempre quis "sentir tudo de todas as maneiras". O exemplo disso é o facto da indecisão de Pessoa em relação a Caeiro, o Mestre, e Campos. A certa altura, o autor de Mensagem atribui as odes sensacionistas a Caeiro, sendo que mais tarde as entrega ao engenheiro naval, revelando as dúvidas que Pessoa teve, o que nos leva a um novo patamar da heteronímia, visto que o Mestre, pastor de rebanhos-sensações, foi flutuando até encontrar o seu recanto. Um livro obrigatório, com poesias deste que é o Heterónimo por Excelência!
Poemas do Álvaro
Dário N. |2014-05-24
Os seus poemas vão desde o muito ao pouco compreensível, sendo até mesmo um enigma pra quem os lê! Consegue-se ter uma visão bastante realista da sua sociedade e época!

DETALHES DO PRODUTO

Poesia de Álvaro de Campos
ISBN:978-972-37-0677-2
Edição/reimpressão:10-2013
Editor:Assírio & Alvim
Código:78434
Idioma:Português
Dimensões:147 x 205 x 39 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:672
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa Literatura e um dos poucos escritores portugueses mundialmente conhecidos. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século XX. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da Vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos - Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como "correspondente estrangeiro". Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada-Negreiros e outros, a revista "Orpheu", que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista "Orpheu" (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, "Mensagem" (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos. A editora Ática começou a publicar a sua obra poética em 1942. No entanto, já o grupo da "Presença" tinha iniciado a sua reabilitação (poética e filosófica) face ao público e à crítica. © 2003 Porto Editora, Lda.
Ver Mais

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK