Servidões

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SINOPSE

Publicado em 2013 com grande sucesso — a edição esgotou em poucos dias — este livro foi unanimemente considerado pela crítica como o livro do ano. Dele escreveu Luís Miguel Queirós, dizendo que desde logo aquilo que impressiona o leitor «[…] é a assustadora criatividade de que Herberto dá provas aos 80 anos, mas não é menos notável que estes seus últimos livros, com tudo o que trazem de novo, e por vezes até de exuberantemente novo, nem por isso deixem de manter com a sua obra anterior uma coerência sem falhas.». Rosa Maria Martelo disse que «Nestes tempos de descalabro social e político, haver um novo livro de Herberto Helder é um rompimento que apetece celebrar. E que impressiona por muitas razões — desde logo pela coragem de olhar a morte.». O semanário Expresso descreveu «Servidões» como um «livro de uma beleza convulsa, atravessado por explosões de energia visceral. É poesia "em estado de milagre", escrita pelo maior poeta português vivo.»
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Um mestre
FT | 2014-07-14
Poesia no seu melhor. Um mestre na sequência das palavras.
Escritor de versos, lavrador da palavra
Emanuel Guerreiro | 2013-08-08
Fruto de uma reflexão face ao mundo, à vida e à criação poética, chegado aos 80 anos, Herberto Helder coligiu, no livro Servidões, os poemas que marcam esse momento de uma longa existência de trabalho das palavras. Tendo presente o pensamento da morte ou do fim da vida e do seu caminho como «escritor de versos», como lavrador do campo poético, Herberto Helder mantém a energia verbal e a capacidade metafórica que constituem a sua voz singular e fulgurante. A pulsão criadora que inventa e descobre o mundo onde a linguagem se assume como transfiguradora do real, na procura do insondável da vida e da energia do ser, marcam a soberania da poética herbertiana, ainda vital na criação de imagens e de neologismos que servem a expressão lírica do acto poético e do olhar crítico ao presente (cf. «arvoar» e «burrocratas»), recusando que «a dor (…) se torne académica» e lamentando «não ter escrito o poema soberbo/acerca do fim da inocência». Poema que ainda esperamos poder ler…

DETALHES DO PRODUTO

Servidões
ISBN: 978-972-37-1696-2
Edição/reimpressão: 05-2013
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79267
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 207 x 17 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 128
Tipo de Produto: Livro
Herberto Helder nasceu em 1930 no Funchal, onde concluiu o 5.º ano. Em 1948 matriculou-se em Direito mas cedo abandonou esse curso para se inscrever em Filologia Românica, que frequentou durante três anos. Teve inúmeros trabalhos e colaborou em vários periódicos como A Briosa, Re-nhau-nhau, Búzio, Folhas de Poesia, Graal, Cadernos do Meio-dia, Pirâmide, Távola Redonda, Jornal de Letras e Artes. Em 1969 trabalhou como diretor literário da editorial Estampa. Viajou pela Bélgica, Holanda, Dinamarca e em 1971 partiu para África onde fez uma série de reportagens para a revista Notícias. Em 1994 foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa, que recusou. Faleceu em Cascais a 23 de março de 2015, tinha 84 anos.
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