Tudo que Existe Louvará (eBook)

antologia

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SINOPSE

«Adélia provoca escândalo. A expressão cultual, como nos avisam as diversas tradições litúrgicas, é intimamente corporal. Os sacramentos pedem matéria (água no Batismo, o óleo da unção na Confirmação, pão e vinho na Eucaristia, etc.), porque o espiritual supõe o sensível. Com efeito, os êxtases espirituais de Teresa viam-se no corpo — como o atesta o Bernini da Igreja de Santa Maria da Vitória, em Roma —, a contemplação do Poverello de Assis fazia-o levitar três metros acima do chão, e as experiências místicas de São João da Cruz tinham consequências somáticas marcantes, como o vómito. Adélia Prado assim o entende. O religioso sem corpo é triste, incompreensível e anímico, porque é com o corpo que se ama a Deus. O corpo é que nos abre, como janela, para a transcendência: Deus só é experimentável a partir do corpo e na relação com o corpo. A poética de Adélia Prado é, por isso, escandalosamente erótica, porque é, talvez mais ainda, escandalosamente sacramental.»

José Tolentino Mendonça e Miguel Cabedo e Vasconcelos, no prefácio a esta edição.
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DETALHES DO PRODUTO

Tudo que Existe Louvará (eBook)
ISBN: 978-972-37-1934-5
Edição/reimpressão: 10-2016
Editor: Assírio & Alvim
Código: 68809
Idioma: Português
Páginas: 224
Tipo de Produto: eBook
Classificação Temática: eBooks > eBooks em Português > Literatura > Poesia
Adélia Prado nasceu em Divinópolis, Minas Gerais, em 1935, onde reside até hoje. A sua formação é em Magistério e Filosofia. Em 1976, publicou Bagagem. O ano de 1978 marca o lançamento de O coração disparado, que é agraciado com o Prémio Jabuti. Estreia-se em prosa no ano seguinte, com Solte os cachorros, e logo depois publica Cacos para um vitral. Em 1981 lança Terra de Santa Cruz. Os componentes da banda é publicado em 1984 e, a seguir, O pelicano e A faca no peito. Em 1991 é publicada a sua Poesia reunida. Em 1994, após anos de silêncio poético, ressurge com o livro O homem da mão seca. Em 1999 são lançados Manuscritos de Felipa, Oráculos de maio e a sua Prosa reunida. Em 2010 recebeu o Prémio Literário da Fundação Biblioteca Nacional e o Prémio da Associação Paulista dos Críticos de Arte.
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