A Escrita Dissidente
SINOPSE
A escrita é, quer se queira admitir ou não, autobiográfica. Cada escritor lida com essa realidade diversamente, com maior ou menor mestria, maior ou menor talento. Ruben A. não é, de nenhuma forma, um dissidente, admitindo como poucos o autobiografismo da sua obra. Este ensaio filosófico ocupa-se dos nove volumes de O Mundo à Minha Procura e da série Páginas.
Questões como a da modalidade de assinaturas, proposta por Derrida - a assinatura está próxima da autografia do nome do autor, pode ser reconhecida como estilo (idioma) deste, assina-se quando o texto se assinala - ou a metáfora da inspiração, são aqui expostas enquanto se percorre o processo de escrever: «no acto da escrita está inelutavelmente presente a perda do acontecimento, a fuga do instante, do agora da sua própria criação». Em suma, o nascimento do escritor em cada epígrafe, quando assenta a pena no papel e diverge.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
(Silvina Rodrigues Lopes)
(Silvina Rodrigues Lopes)
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