As Palavras Interditas - Até Amanhã

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SINOPSE

O presente volume prossegue a publicação da obra canónica de Eugénio de Andrade, tal como o poeta a estabeleceu em vida. Integra os livros «As Palavras Interditas», publicado pela primeira vez em 1951, e «Até Amanhã», de 1956. Como diz Nuno Júdice no seu prefácio, «"As Palavras Interditas" e "Até Amanhã" são livros em que se encontra, praticamente em cada poema, aquilo que fez, e faz, de Eugénio de Andrade o mais luminoso e claro dos nossos poetas do século XX.»

Nada podeis contra o amor.
Contra a cor da folhagem,
contra a carícia da espuma,
contra a luz, nada podeis.

Podeis dar-nos a morte,
a mais vil, isso podeis
- e é tão pouco.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Ótima reflexão
Vanessa Olivença | 2022-11-01
Eugénio de Andrade, nunca desilude. É um misto sensorial, emocional e cheio de sentimentos de nós mesmos.. e dos outros. Adoro e recomendo.
O Poder da Palavra
Diogo Magalhães | 2022-04-28
Como exceção à regra, por vezes há mesmo palavras que valem por mil imagens. Eugénio de Andrade transporta-nos numa viagem de emoções e reflexões, não só sobre o que nos rodeia, mas acima de tudo sobre nós próprios.

DETALHES DO PRODUTO

As Palavras Interditas - Até Amanhã
ISBN: 978-972-37-1656-6
Edição/reimpressão: 10-2019
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79329
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 72
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Poesia
Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas, nasceu a 19 de janeiro de 1923 no Fundão. Manteve sempre uma postura de independência relativamente aos vários movimentos literários com que a sua obra coexistiu ao longo de mais de cinquenta anos de atividade poética. Revelou-se em 1948, com As Mãos e os Frutos, a que se seguiria, em 1950, Os Amantes sem Dinheiro. Os seus livros foram traduzidos em muitos países e ao longo da sua vida foi distinguido com inúmeros prémios, entre eles o Prémio Camões, em 2001. Morreu a 13 de junho de 2005 no Porto, cidade que o acolheu mais de metade da sua vida.
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