Como Uma Flor de Plástico na Montra de um Talho
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SINOPSE
Subiu dez andares para assim nos poder olhar de frente. Não lhe interessa o que dizem os dissidentes da ditadura. Mas confessa que gostava dos chocolates Toblerone que a sua tia lhe trazia no Natal.
Colecciona cabelos nas folhas de um herbário sentimental. Escreve a palavra vazio depois da palavra espera. É como a Salomé — dizem — pede cabeças mas só lhe entregam pizzas. Perdeu a fé num ataque de riso. Exige agora silêncio e um copo de tinto, enquanto apresenta em directo a autópsia da sua glória.
Colecciona cabelos nas folhas de um herbário sentimental. Escreve a palavra vazio depois da palavra espera. É como a Salomé — dizem — pede cabeças mas só lhe entregam pizzas. Perdeu a fé num ataque de riso. Exige agora silêncio e um copo de tinto, enquanto apresenta em directo a autópsia da sua glória.
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DETALHES DO PRODUTO
Como Uma Flor de Plástico na Montra de um Talho
ISBN:
978-972-37-1687-0
Edição/reimpressão:
05-2013
Editor:
Assírio & Alvim
Código:
79349
Coleção:
Poesia Inédita Portuguesa
Idioma:
Português
Dimensões:
147 x 205 x 7 mm
Encadernação:
Capa mole
Páginas:
72
Tipo de Produto:
Livro
Classificação Temática:
Livros > Livros em Português > Literatura > Poesia
Idade Mínima Recomendada:
Não aplicável
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