Eu, Antonin Artaud

Eu, Antonin Artaud

ISBN: 978-972-37-1228-5
Edição/reimpressão: 11-2007
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78765
Coleção: Testemunhos
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Foi em 1918 que senti em mim as primeiras dentadas destas ondas internas da alma que nos atormentam para ganharem forma. Música, teatro, pintura, poesia, eu compreendia que já não bastariam concretizações como estas, concretizações um dia destinadas a perecer e a perder força, e que o fogo que em mim ardia precisava de corporizações totalmente diferentes. Mas como desarrumar o real até chegar a esta encarnação maior de uma alma que consegue, encarnada num corpo, impor-lhe a carne sexual dura, a carne de alma do seu verdadeiro corpo?»

DETALHES DO PRODUTO

Eu, Antonin Artaud
ISBN: 978-972-37-1228-5
Edição/reimpressão: 11-2007
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78765
Coleção: Testemunhos
Idioma: Português
Dimensões: 145 x 205 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Antonin Artaud nasceu em Marselha no dia 4 de setembro de 1896, numa família de ascendência grega, cuja tradição o acabou por influenciar, nomeadamente no que diz respeito ao seu fascínio pelo misticismo. Sofrendo perturbações mentais desde cedo, passou, ao longo de toda a sua vida, várias temporadas internado em asilos.
Adepto do movimento surrealista, Artaud escreveu alguns poemas dentro dessa linha. No entanto, é no teatro que o autor se irá destacar. Estudou interpretação em Paris e fez, em 1921, a sua estreia no Dadaiste-Surréaliste Théâtre de l’Oeuvre. Foi também dramaturgo e, enquanto tal, apresentou uma ideia que não foi compreendida pelo seu tempo, mas que deixou marcas para a posteridade: o "teatro da crueldade".
Com os seus Manifeste du Théâtre de la Cruauté (1932) e Le Théâtre et Son Double (1938), Artaud propõe substituir o teatro clássico pelo "teatro da crueldade", no qual a peça já não é apenas um espetáculo, passando a ser uma união entre os atores e o público através de um exorcismo mágico. Apesar de as teorias de Artaud não terem sido bem aceites pela sua época, foram determinantes, por exemplo, para o Teatro do Absurdo, tendo inspirado autores como Genet, Ionesco e Beckett. Morreu a 4 de março de 1948 em Ivry-sur-Seine.
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