Herbais foi de Silêncio

ISBN: 978-972-37-2046-4
Edição/reimpressão: 06-2018
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79505
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SINOPSE

Com este sexto Livro de Horas chega ao fim uma fase longa e decisiva na vida e na escrita de Maria Gabriela Llansol: a dos vinte anos de exílio (exterior e interior) em vários lugares da Bélgica, que haveriam de marcar indelevelmente toda a sua Obra a partir de O Livro das Comunidades.

Documentam-se aqui os quase cinco anos finais desse exílio (e ainda os meses que se seguem, no período transitório do Mucifal, antes da fixação em Colares, uma fase que prolongaria novos filões de escrita trazidos de Herbais, nomeadamente os ligados a Uriel da Costa e Hölderlin).

O tempo de Herbais seria, diferentemente do de Lovaina e de Jodoigne (os anos de 1965 a meados de 1980, que os Livros de Horas I a III documentam), um tempo em suspenso, a certa altura dominado pela incerteza, e a ansiedade, do regresso a Portugal e dos livros à espera de editor, e ao mesmo tempo revelador de uma incontrolável obsessão de escrita e de uma imaginação figural orientada para os vários livros e projectos que dariam frutos depois do regresso.

Este será, de todos os Livros de Horas já publicados, aquele que melhor se poderá designar de livro-radiografia de uma época: do «silêncio de Herbais», das dobras do real que nesses anos foram «apurando esse silêncio», emergiram, límpidas no seu mistério, como sempre em Llansol, múltiplas vozes deste Texto.
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DETALHES DO PRODUTO

Herbais foi de Silêncio
ISBN: 978-972-37-2046-4
Edição/reimpressão: 06-2018
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79505
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 33 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 496
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
Maria Gabriela Llansol nasceu em Lisboa em 1931. É apontada por muitos como um dos nomes mais inovadores e importantes da ficção portuguesa contemporânea. Levando às últimas consequências a criação de um universo pessoal que desde os anos 60 não tem paralelo na literatura portuguesa, a obra de Maria Gabriela Llansol estilhaça as fronteiras entre o que designamos por ficção, diário, poesia, ensaio ou memórias. Faleceu em 2008.
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