História da Égua Branca

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ISBN: 978-972-37-1711-2
Edição/reimpressão: 09-2013
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79368
Coleção: Assirinha
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SINOPSE

O Camponês Cristóvão possui uma belíssima égua branca. Quando envelhece deseja legá-la em testamento a um dos seus três filhos não sabendo, porém, qual deles o mais merecedor desse tesouro que é por todos eles cobiçado. Para tomar uma decisão decide colocar os três à prova, entregando aos cuidados temporários de cada um deles a preciosa égua branca. O inesperado desfecho desta história subverte agradavelmente as expectativas do leitor e transmite uma lição de moral, combinando o lúdico com o educativo.

PNL ¿ livro recomendado para o 3.° ano de escolaridade destinado a leitura autónoma e/ou a leitura com apoio do professor ou dos pais.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

livro bonito
barbara santos | 2013-10-18
gostei mt do livro e das ilustrações adorei
História da égua Branca
João Fernando Pereira | 2013-10-13
Quando li a apresentação do livro, pretendi lê-lo pois a historia da nossa família é uma pouco idêntica...contudo fiquei decepcionado com o fim sem jeito e com a forma abrupta como termina a historia sem se tirar nenhuma moral desta historia supostamente para crianças....esperava mais...ainda por mais deste autor consagrado

DETALHES DO PRODUTO

História da Égua Branca
ISBN: 978-972-37-1711-2
Edição/reimpressão: 09-2013
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79368
Coleção: Assirinha
Idioma: Português
Dimensões: 235 x 237 x 11 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 48
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas, nasceu a 19 de janeiro de 1923 no Fundão. Manteve sempre uma postura de independência relativamente aos vários movimentos literários com que a sua obra coexistiu ao longo de mais de cinquenta anos de atividade poética. Revelou-se em 1948, com As Mãos e os Frutos, a que se seguiria, em 1950, Os Amantes sem Dinheiro. Os seus livros foram traduzidos em muitos países e ao longo da sua vida foi distinguido com inúmeros prémios, entre eles o Prémio Camões, em 2001. Morreu a 13 de junho de 2005 no Porto, cidade que o acolheu mais de metade da sua vida.
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