Numerosas Linhas

avaliação dos leitores (2 comentários)
(2 comentários)
ISBN: 978-972-37-1710-5
Edição/reimpressão: 10-2013
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79367
ver detalhes do produto
17,70€ I
-10%
48H
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
COMPRAR
-10%
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
17,70€ I
COMPRAR
I 10% DE DESCONTO EM CARTÃO
I Em stock - envio até 48 horas
I PORTES GRÁTIS

SINOPSE

_____________ a primeira imagem do Diário não é, para mim, o repouso na vida quotidiana, mas uma constelação de imagens, caminhando todas as constelações umas sobre as outras. Qualquer aprendiz imagético, quando sobe ao meu quarto e atravessa o meu escritório, tem o sentimento de que «um belo lixo de imagens se criou aqui». Se for menos inocente dirá: «que belo luxo de imagens». Eu diria: aqui está a raiz de qualquer livro.

Maria Gabriela Llansol
Ver Mais

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Desvanecimento
Carlos Manuel Caeiro. | 2014-01-05
Um diário que aparentemente não é coerente pois dia a dia, hora a hora, linha a linha, palavra a palavra, por muito imediatistas que sejam revelam uma visão coerente dos nossos dias - a nossa visão do mundo que nos rodeia como um todo, composto de momentos singulares.
FULGOR EM BRASA
Ruy Ventura | 2013-12-18
Esta terceira publicação dos cadernos de Maria Gabriela Llansol acentua a importância da sua escrita, entre a poesia, a narrativa, a mística e a filosofia, no panorama da literatura portuguesa contemporânea. Se levada às suas ultimas consequências, a leitura deste e doutros livros seus conduzirá à metanoia do leitor.

DETALHES DO PRODUTO

Numerosas Linhas
ISBN: 978-972-37-1710-5
Edição/reimpressão: 10-2013
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79367
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Livros > Literatura > Poesia
Maria Gabriela Llansol nasceu em Lisboa em 1931. É apontada por muitos como um dos nomes mais inovadores e importantes da ficção portuguesa contemporânea. Levando às últimas consequências a criação de um universo pessoal que desde os anos 60 não tem paralelo na literatura portuguesa, a obra de Maria Gabriela Llansol estilhaça as fronteiras entre o que designamos por ficção, diário, poesia, ensaio ou memórias. Faleceu em 2008.
Ver Mais

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK