O Fim do Mundo Filmado pelo Anjo N.-D.

O Fim do Mundo Filmado pelo Anjo N.-D.

ISBN: 978-972-37-0939-1
Edição/reimpressão: 12-2004
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78120
Coleção: Gato maltês
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SINOPSE

Blaise Cendrars tem sido, em ocasiões diversas, traduzido para português (O Ouro; Moravagine; Rum; Poesia em Viagem; O Eubage; Brasil? Vieram os Homens). É caçador da palavra ainda viva, da expressão ainda quente. Representa a aliança indestrutível do real e do imaginário. A sobrevoar estes encontros numéricos e o seu significado nas tradições esotéricas, O Fim do Mundo Filmado pelo Anjo N.-D. fica-se por um grande entusiasmo de Cendrars pelo cinema ainda há pouco nascido, numa altura em que já existiam os maiores Griffith, ou mesmo o J?Accuse de Albel Gance, mas praticamente nada do que viriam a ser títulos determinantes na história do cinema mudo.

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DETALHES DO PRODUTO

O Fim do Mundo Filmado pelo Anjo N.-D.
ISBN: 978-972-37-0939-1
Edição/reimpressão: 12-2004
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78120
Coleção: Gato maltês
Idioma: Português
Dimensões: 115 x 186 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 64
Tipo de Produto: Livro
Pseudónimo do escritor francês de origem suíça Frédéric Sauser (1887­1961). Eterno viajante, foi autor de uma obra que reflecte a sua atracção pela aventura, e na qual sobressaem textos como La Prose du Transsibérien et de la petite Jehanne de France (1913), L'Or (1925), Moravagine (1926), e as narrativas autobiográficas La Main coupée (1946) e Bourlinguer (1948). Poucos sabem muito dele e muitos o ignoram, apesar de ter colaborado na revista "Portugal Futurista", de ter traduzido enriquecidamente para francês "A Selva", de Ferreira de Castro, de ter passado por Portugal e, "malgré nous", apesar da tradução de algumas das suas mais importantes obras. Crítico, fundador de revistas, poeta e romancista, Blaise Cendrars viveu em São Petersburgo, Nova Iorque, Londres e na Suíça, visitou grande parte do mundo, combateu na Segunda Guerra Mundial sendo, enfim, um dos poetas mais cosmopolitas do nosso tempo. Há algum motivo para não o ler?
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