Poesia

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ISBN: 978-972-37-1844-7
Edição/reimpressão: 04-2019
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79307
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

O presente volume reúne toda a poesia de Daniel Faria e dá a conhecer ao público, pela primeira vez, treze poemas inéditos. A edição é de Vera Vouga, professora do poeta que acompanhou os seus primeiros passos literários. Este livro integra o Plano Nacional de Leitura: Ensino Secundário - sugestões para leitura autónoma.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

“Mas não me importo de dormir ao relento entre as tuas mãos.”
Sofia Micalli | 2018-10-26
Daniel Faria deixou-nos cedo demais. Tinha 28 anos e tanto para escrever. “Desde que nos deixaste o tempo nunca mais se transformou”, diz no inicio de um poema (Explicação da Ausência) A poesia de Daniel Faria revela vocação mística, simbolismo, muitas leituras e um vasto conhecimento do Homem/Mundo. A sua poesia é mais velha do que ele. Contém mais experiência do que os poucos anos vividos.
uma voz com futuro
Rui Vieiro | 2018-08-01
Daniel Faria, é um trovão numa tarde de verão, os elementos nacionais,a sua paisagem humana e emocional, e uma sede sem limites faz da voz de Daniel Faria acima de tudo fala, não do que muda, mas sim o que permanece, e tão é importante nestes nossos dias. Rui Vieiro

DETALHES DO PRODUTO

Poesia
ISBN: 978-972-37-1844-7
Edição/reimpressão: 04-2019
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79307
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 212 x 36 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 464
Tipo de Produto: Livro

sobre Daniel Faria

Daniel Faria nasceu em Baltar, Paredes, a 10 de abril de 1971. Frequentou o curso de Teologia na Universidade Católica Portuguesa – Porto, tendo defendido a tese de licenciatura em 1996. No Seminário e na Faculdade de Teologia criou gosto por entender a poesia e dialogar com a expressão contemporânea. Licenciou-se em Estudos Portugueses na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Durante esse período (1994-1998) a opção monástica criava solidez. A partir de 1990, e durante vários anos, esteve ligado à paróquia de Santa Marinha de Fornos, Marco de Canaveses. Aí demonstrou o seu enorme potencial de sensibilidade criativa encenando, com poucos recursos, <em>As Artimanhas de Scapan</em> e o Auto da Barca do Inferno. Faleceu a 9 de junho de 1999 quando estava prestes a concluir o noviciado no Mosteiro Beneditino de Singeverga.
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