René Leys (A Cidade Proibida)

René Leys (A Cidade Proibida)

avaliação dos leitores (3 comentários)
(3 comentários)
ISBN: 978-972-37-1011-3
Edição/reimpressão: 11-2006
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78645
Coleção: O Imaginário
ver detalhes do produto
12,00€ I
7,20€ I
-50%
EM
STOCK
COMPRAR
-50%
EM
STOCK
12,00€ I
7,20€ I
COMPRAR
I 40% DE DESCONTO IMEDIATO + 10% EM CARTÃO
I EM STOCK

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Recomendo.
Mário Correia | 2019-06-05
Uma história encantadora de um autor quase esquecido. Segalen é um escritor imperdível. Os seus textos sobre a ideia de exótico são imperdíveis.
Fascinante.
D. | 2018-10-19
É um grande livro, uma jóia.

DETALHES DO PRODUTO

René Leys (A Cidade Proibida)
ISBN: 978-972-37-1011-3
Edição/reimpressão: 11-2006
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78645
Coleção: O Imaginário
Idioma: Português
Dimensões: 136 x 209 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
"Literariamente marginalizado em vida, Victor Segalen tem agora uma boa reputação póstuma com direito ao inquérito que apenas consegue dar realce, numa biografia neutra, à mãe autoritária, à miopia forte e à morte singular. Mal damos por ele nas suas viagens de fim de mundo, vinte e cinco anos depois de nascido em Brest, 1878, quando seis planetas em signos de terra lhe concertam no céu astrológico um 'horror ao mar' que passa a ironia maior na sua carreira da Marinha. E sendo ironia, por certo vai também ser privilégio do médico de bordo todo literato e entregue aos seus livros do Deferente (lembremos aqui 'Os Imemoriais' sobre os Maoris; os poemas chineses de 'Stèles'; os poemas de 'Thibet'; o romance - à falta de melhor palavra 'Equipée'...), ou seja, entregue aos seus livros de homem das lonjuras que vê o mundo e diz sempre por escrito as suas visões assombradas quase sempre por um 'Real-Limite' a todo o passo tocado pela fluidez do Imaginário. Subitamente esvaído, Victor Segalen regressa à Europa: ainda vai ser amigo de Gourmont, Debussy e Huysmans antes de preparar a morte prematura, doente não se sabe nunca de quê. 'Fui cobardemente traído pelo meu corpo!' - queixume numa carta dos últimos dias a Jean Lartigue - 'De há muito este corpo me incomodava mas lá ia obedecendo, razão de eu ter podido arrastá-lo a corrupios vários que não eram, na aparência, feitos para ele (...) Sífilis: zero; tuberculose: zero; anemia: zero; paludismo: zero. (...) Não tenho nenhuma doença conhecida, apanhada, verificável, e assim mesmo tudo é como andar gravemente afetado. Já não me peso; não quero saber de remédios; só vejo, muito simplesmente, a vida afastar-se de mim.' Solitário, em maio de 1919 hospeda-se num albergue da Finisterra, na floresta de Huelgoat que é centro mítico do Ciclo do Rei Artur, e manhã mal nascida sai de aparente passeio para morrer debaixo de uma árvore com o 'Hamlet' aberto numa cena do III Ato".
Aníbal Fernandes, na introdução de "A Cidade Proibida".
Ver Mais

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK