Rente ao Dizer

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SINOPSE

«Rente ao Dizer, que veio à luz em 1992, marca os cinquenta anos de actividade literária do seu autor que escolhe um título marcante para toda a sua obra que, sem cessar, sempre foi, nas palavras do próprio poeta um "fazer rente ao dizer". Já em Limiar dos Pássaros encontra-se uma secção, a última, intitulada "Rente à fala". Eugénio, como de costume, mantém dentro do seu cancioneiro laços de mútuas iluminações, versos de poemas que passam a títulos de livros posteriores, autocitações que mostram uma respiração contínua dentro da obra. Aqui a referência marca um aspecto importante, o da contiguidade entre corpo e fala. A tensão do dizer tem uma carga erótica e sensual, de gesto urgente e bem medido.» (Do prefácio de Federico Bertolazzi a esta edição)
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

"As palavras, vício torpe, antigo"
Sofia Micalli | 2019-09-08
A colecção editada pela Assírio Alvim dedicada a Eugénio de Andrade, tem um duplo valor. Os prefácios escritos por escritores e poetas conceituados que nos oferecem mais uma visão, mais uma perspectiva, mais um pequeno estudo sobre a poesia maravilhosa de Eugénio de Andrade. E depois tem a sua poesia, que tem a capacidade de nos encantar a cada página que lemos. Tudo o que se possa dizer da poesia de Eugénio de Andrade é pouco e fica aquém...

DETALHES DO PRODUTO

Rente ao Dizer
ISBN: 978-972-37-2013-6
Edição/reimpressão: 02-2018
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79477
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Poesia
Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas, nasceu a 19 de janeiro de 1923 no Fundão. Manteve sempre uma postura de independência relativamente aos vários movimentos literários com que a sua obra coexistiu ao longo de mais de cinquenta anos de atividade poética. Revelou-se em 1948, com As Mãos e os Frutos, a que se seguiria, em 1950, Os Amantes sem Dinheiro. Os seus livros foram traduzidos em muitos países e ao longo da sua vida foi distinguido com inúmeros prémios, entre eles o Prémio Camões, em 2001. Morreu a 13 de junho de 2005 no Porto, cidade que o acolheu mais de metade da sua vida.
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