2018-03-08

A poesia reunida de Valter Hugo Mãe

publicação da mortalidade chega este mês às livrarias e inclui poemas inéditos

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A 15 de março chega às livrarias com chancela da Assírio & Alvim publicação da mortalidade, livro que reúne a obra poética de Valter Hugo Mãe, há muito esgotada e agora revisitada, reorganizada e trabalhada pelo autor, que acrescentou poemas inéditos.

Uma viagem pelos diferentes momentos da criação poética do autor, somos neste livro surpreendidos por imagens intensas, espelho da vulnerabilidade perante a dureza do mundo, uma poesia íntima que comove e perturba com a maneira própria como são tratados os seus temas fundamentais: sagrado, criação, solidão, amor, fragilidade, violência. à mínima palavra santa
a sobra de um gato
se move na casa

animal litúrgico

deus é proibido pela
sinfonia que começa

escutar
de todo o modo
é prece

EVENTOS

17 de março | 16:00: Porto de Encontro, Teatro Nacional São João, Porto. Participações especiais de Teresa Salgueiro, João Gesta, José Manuel Sá e De Turquoise.
22 de março | 22:00: 200.ª sessão das Quintas de Leitura, Teatro do Campo Alegre, Porto. Participações de Maria João Costa, Filipa Leal, Pedro Lamares, Márcia e Wolney Fernandes.
De 7 a 24 de março: Autor do Mês na Livraria Lello, no Porto. Leituras, exposições e conversas durante todo o mês na livraria.

O AUTOR

Valter Hugo Mãe é um dos mais destacados autores portugueses da atualidade. A sua obra está traduzida em variadíssimas línguas, merecendo um prestigiado acolhimento em países como o Brasil, a Alemanha, a Espanha, a França ou a Croácia. Publicou sete romances: Homens imprudentemente poéticos; A desumanização; O filho de mil homens; a máquina de fazer espanhóis (Grande Prémio Portugal Telecom Melhor Livro do Ano e Prémio Portugal Telecom Melhor Romance do Ano); o apocalipse dos trabalhadores; o remorso de baltazar serapião (Prémio Literário José Saramago) e o nosso reino. Escreveu alguns livros para todas as idades, entre os quais: Contos de cães e maus lobos, O paraíso são os outros; As mais belas coisas do mundo e O rosto. A sua poesia está reunida no volume publicação da mortalidade (Assírio & Alvim). Publica a crónica Autobiografia Imaginária no Jornal de Letras.

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