A Asa e a Luz

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SINOPSE

O conteúdo desta edição em língua portuguesa compreende duas obras de Tagore: Stray Birds (Pássaros Perdidos) e Fireflies (Pirilampos), que têm em comum o facto de estarem escritas num estilo literário que se expressa servindo-se de um número reduzido de palavras. Estamos, assim, no campo do aforismo, da epígrafe, do poema breve. A atmosfera onde este exercício literário se passa tem a ver com a natureza da acção do indivíduo neste mundo, sendo essa acção, na sua relação com o que está mais além da matéria, encarada segundo uma perspectiva unificada e unificadora suportada pelos pilares da paz, justiça e liberdade. Para falar das várias faces dessa relação, o autor vai servir-se da perene e humilde sabedoria, da frase simples mas profunda, da poesia rarefeita, do vulnerável silêncio, que às vezes se pressente espreitando por detrás do verbal e do escrito.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Essência das Palavras
FO | 2021-06-16
Poesia que dá asas e luz
livros raros
antónio josé cravo | 2019-07-18
há livros que não são para ler, mas para ir lendo. não cabem numa prateleira, mas se acomodam facilmente na mesa de cabeceira. há poucos livros como este que poisados na mesa de cabeceira são a leitura de todos os dias. livros raros estes, indispensáveis à saúde mental

DETALHES DO PRODUTO

A Asa e a Luz
ISBN: 978-972-37-1872-0
Edição/reimpressão: 01-2022
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79429
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Poesia
PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1913

Compositor, pintor e escritor de expressão bengali e inglesa, nascido em 1861 e falecido em 1941, o indiano Rabindranath Tagore foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1913. Enquanto escritor introduziu novas formas de prosa e de verso na literatura bengali. Simultaneamente foi um mestre espiritual, um reformador social e um importante polemista, tentando promover um ideal de cultura e tolerância baseado na tradição hindu. Defendendo que a educação era a base de toda a sociedade, em 1901 fundou uma escola experimental em Shantiniketan que se transformaria, anos mais tarde, numa universidade onde se conjugava a tradição hindu com a ocidental.
Durante toda a sua vida lutou por um projeto de cooperação internacional, realizando várias conferências por diversos países. O conjunto da sua obra é bastante variado: composições líricas Manasi (1890), Sonar Tari (1894), Chitra (1892), Gitanjli (1910), romances Gora (1910), Ghare-Baire (1916) Yogayog (1929), contos, ensaios, obras dramáticas Raja (1910), Dakghar (1912) e autobiografias. Tagore foi sobretudo um poeta em cujas composições de expressão mística e patriótica, como em Gitanjali, se destacam as imagens simbólicas e um tom poético refinado e lírico.
Além do prémio Nobel da Literatura, foi-lhe atribuído o título de cavaleiro do Império Britânico (1915), o qual renunciou como forma de protesto contra a repressão britânica na Índia.

Rabindranath Tagore. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011.
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