A Modernidade (eBook)

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SINOPSE

O projecto de um grande livro sobre Baudelaire, a Modernidade que este poeta representa e o contexto histórico e ideológico do século XIX, não apenas francês, mas europeu, ocupa grande parte dos últimos anos de Walter Benjamin.

Desse grande projecto inacabado, de que faz parte a imensa colecção de fragmentos que é O Livro das Passagens, ficaram os ensaios sobre Baudelaire, a Paris do seu tempo e a condição do poeta na nova sociedade burguesa, que este volume acolhe na sua primeira parte. A segunda parte reúne, por sua vez, alguns dos mais importantes ensaios de estética do autor, atravessados por uma perspectiva materialista e dialéctica, e ainda hoje decisivos no âmbito do cinema, das artes plásticas, da fotografia, da literatura e até da rádio, na sua relação com os novos modos de produção e as possibilidades técnicas da Modernidade europeia.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Ser moderno
Ricardo Pereira Reis | 2018-10-28
Olhar o século XX através da lente de Walter Benjamin é um privilégio. Na sua interpretação do pensamento de Baudelaire surge o «flâneur», personagem-tipo do período de transição XIX-XX e que nos ajuda a compreender a metamorfose social que a revolução industrial impôs ao mundo. Neste livro encontramos ainda a famosa obra "A obra de arte na época da..." que por si só bastaria para justificar a sua leitura. No final temos páginas valiosas de comentários de WB aos seus textos e ainda cartas que trocou com figuras como Theodor Adorno. Essencial.

DETALHES DO PRODUTO

A Modernidade (eBook)
ISBN: 978-972-37-1912-3
Edição/reimpressão: 06-2017
Editor: Assírio & Alvim
Código: 68866
Idioma: Português
Páginas: 528
Tipo de Produto: eBook
Classificação Temática: eBooks > eBooks em Português > Literatura > Ensaios
Walter Benjamin nasceu em Berlim em 1892, no seio de uma família judaica. Estudou Filosofia em Berlim, Munique e Freiburg e doutorou-se em Berna (Suíça) no ano de 1919, com a tese A Crítica de Arte no Romantismo Alemão. A ascensão de Hitler e do nazismo obrigaram-no a fugir de Berlim, em 1933. Residiu sobretudo em Paris, com passagens por Itália e por Espanha. O medo de ser entregue à Gestapo e as dificuldades em passar a fronteira entre França e Espanha conduziram-no ao suicídio em 1940. Como legado deixou-nos uma obra filosófica de uma impressionante atualidade, onde se cruzam os assuntos que tentava compreender e estudar: História, Modernidade, Arte, Tecnologia, literatura dos séculos XIX e XX e a ascensão da cultura de massas, assim como numerosas traduções e análises literárias a Baudelaire, Brecht, Hölderlin, Kafka e Proust.
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