Cães de Chuva

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SINOPSE

Mesmo lendo-o longe da fórmula do soneto, Daniel Jonas faz uso do verso livre não como uma muleta arbitrária para melhor exprimir o que inquieta o seu universo, mas como uma arma sem paralelo na poesia portuguesa. Em Cães de Chuva, é precisamente na malha rigorosa que é tecida através da topografia do espaço, da arqueologia da palavra exata, que a sua voz marca o compasso.

A geometria desfaz-se
desmorona-se

como onda
em decomposição.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

O novo livro de Daniel Jonas, Cães de Chuva, é um relâmpago brutal na poesia portuguesa. "Eu vou aos corações de antes/buscar quem era se ainda o for." Poemas como "pirilampos, farolins interpolados". Que beleza.
Francisco José Viegas

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Excelente
Ricardo Reis | 2021-06-02
Daniel Jonas é uma das vozes mais originais da poesia portuguesa e este livro vem demonstrar a sua singularidade. Variando entre o excesso barroco com a concisão, o livro oferece uma leitura actual sobre a realidade visível e sobre a realidade poética. Melhor livro de poesia do ano.

DETALHES DO PRODUTO

Cães de Chuva
ISBN: 978-972-37-2143-0
Edição/reimpressão: 04-2021
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79207
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Livros > Literatura > Poesia

sobre Daniel Jonas

Daniel Jonas é poeta, dramaturgo e tradutor. Enquanto poeta, publicou, entre outros, Sonótono (Cotovia, 2006), que lhe valeu o prémio PEN de Poesia e (Assírio & Alvim, 2014), galardoado com o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes da APE. Foi ainda um dos sete poetas nomeados para o Prémio Europeu da Liberdade, pelo seu livro Passageiro Frequente (Língua Morta, 2013), traduzido em polaco por Michal Lipszyc. Antes tinha sido distinguido com o prémio Europa David Mourão-Ferreira, da Universidade de Bari/Aldo Moro, pelo conjunto da sua obra. Traduziu vários autores, entre os quais John Milton, Shakespeare, Waugh, Pirandello, Huysmans, Berryman, Dickens, Lowry, Henry James e William Wordsworth. Como dramaturgo, publicou Nenhures (Cotovia, 2008) e escreveu Estocolmo, Reféns e o libreto Still Frank, todos encenados pela companhia Teatro Bruto.
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