Oblívio

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SINOPSE

Neste seu mais recente livro de poesia Daniel Jonas regressa ao soneto, num livro desconcertante e surpreendente.
Como nos diz o poeta, «Assim no meu soneto aqui gravei / Quem não sou nem fui e menos serei.»

Jamais tive eu amor senão por ti.
Paixões o vento as trouxe e as levou
Qual ave migratória que pousou
Em temporário ninho onde vivi.
Amor, porém, é ave que povoa
O coração da gente e nele exulta
E ocupa de outra ave mais estulta
O coração partido e o perdoa.
Mas que fazer, se amor o dei ao vento
E sinto o coração ninho vazio
E sinto um grão calor e grande frio
E amo em oração no meu convento?
Eu amo quem amei e me deixou;
Não amo quem pousou — só quem voou.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

À prova de oblívio
Emanuel Silva |2017-12-26
Neste novo livro de um dos poetas mais confirmados da atual poesia portuguesa, apesar de ainda jovem, Daniel Jonas traz-nos mais uma coleção dos seus sonetos, tão clássicos quanto desconcertantes, tão formais quanto livres. Quem gostou de Nó vai gostar ainda mais deste inolvidável Oblívio.

DETALHES DO PRODUTO

Oblívio
ISBN:978-972-37-1983-3
Edição/reimpressão:08-2017
Editor:Assírio & Alvim
Código:79486
Idioma:Português
Dimensões:145 x 205 x 6 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:64
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
Daniel Jonas é poeta, dramaturgo e tradutor.
Enquanto poeta, publicou, entre outros, Sonótono (Cotovia, 2006), que lhe valeu o prémio PEN de Poesia e (Assírio & Alvim, 2014), galardoado com o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes da APE. Foi ainda um dos sete poetas nomeados para o Prémio Europeu da Liberdade, pelo seu livro Passageiro Frequente (Língua Morta, 2013), traduzido em polaco por Michal Lipszyc. Antes tinha sido distinguido com o prémio Europa David Mourão-Ferreira, da Universidade de Bari/Aldo Moro, pelo conjunto da sua obra.
Traduziu vários autores, entre os quais John Milton, Shakespeare, Waugh, Pirandello, Huysmans, Berryman, Dickens, Lowry, Henry James e William Wordsworth.
Como dramaturgo, publicou Nenhures (Cotovia, 2008) e escreveu Estocolmo, Reféns e o libreto Still Frank, todos encenados pela companhia Teatro Bruto.
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