Forever Someone Else

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ISBN:978-972-37-1379-4
Edição/reimpressão:01-2018
Editor:Assírio & Alvim
Código:78873
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SINOPSE

To travel! To change countries!
To be forever someone else,
With a soul that has no roots,
Living only off what it sees!

It was only many years after his death that Portugal’s Fernando Pessoa (1888-1935) came to be recognized as one of Europe’s greatest modern poets and prose writers. Born in Lisbon, he spent nine years of his childhood in South Africa and then returned to his native city, where he lived an outwardly quiet and modest life. But his inward, creative life was volcanic, giving rise to a vast and largely fragmentary output that includes poetry, fiction, dramatic works, writings on sociology, economics and religion, political commentary, astrological charts and esoteric speculations. His most stunning prose work is The Book of Disquiet, a semifictional diary published for the first time in 1982. Although Pessoa published a number of his finest poems — such as "The Tobacco Shop," "Autopsychography" and "Portuguese Sea" — in magazines and in a book titled Message (1934), many others came to light posthumously, as family members and researchers sifted through the poet’s generous legacy to the world: a trunk containing thousands of unpublished manuscripts.

Forever Someone Else offers an ample selection of the poetry written by Pessoa under his own name and in the names of the personas he called "heteronyms": Alberto Caeiro, Ricardo Reis and Álvaro de Campos. Unusual not only for writing under different names but also for adopting dissimilar points of view and radically diverse literary styles, Fernando Pessoa, of all poets from all ages, was like no one else.

Richard Zenith, born in Washington DC, is a longtime resident of Lisbon, where he works as a writer, translator and researcher. He is responsible for many editions of Fernando Pessoa’s works in Portugal, including the Livro do Desassossego (Assírio & Alvim, 1998; 10th ed. 2012). His translations of Pessoa’s poetry and prose have won prizes in the United States and Great Britain.
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DETALHES DO PRODUTO

Forever Someone Else
ISBN:978-972-37-1379-4
Edição/reimpressão:01-2018
Editor:Assírio & Alvim
Código:78873
Idioma:Inglês, Português
Dimensões:147 x 205 x 21 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:320
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa Literatura e um dos poucos escritores portugueses mundialmente conhecidos. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século XX. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da Vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos - Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como "correspondente estrangeiro". Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada-Negreiros e outros, a revista "Orpheu", que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista "Orpheu" (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, "Mensagem" (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos. A editora Ática começou a publicar a sua obra poética em 1942. No entanto, já o grupo da "Presença" tinha iniciado a sua reabilitação (poética e filosófica) face ao público e à crítica. © 2003 Porto Editora, Lda.
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