Fósforos e Metal sobre Imitação de Ser Humano (eBook)

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SINOPSE

Mulher a inventar o corpo, a boca
cheia de vestígios de pântano, de heras,
de lodo, de incomunicabilidade.
Mulher segurando a máscara,
preparando-se para o esconderijo,
para a fácil loucura de já não ser real.
Mulher de perfil, tão pendurada, tão sem olhos
frontais, provocando-se a própria obra que a inclui,
desmotivando-se de tudo o que não for matéria,
soltando-se de todos os que a vêem bem.
Mulher enchendo-se de bronze,
tapando-se com a escultura que ela fará

de si mesma.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Poesia orgânica
Laura | 2021-08-02
Eu identifico-me sempre bastante com a poesia da Filipa Leal. Os textos são orgânicos, transpiram vida e relembram-nos a beleza das coisas simples.
Muito real
Sofia Abreu | 2021-03-14
Um livro que me envolve do início ao fim com a sua poesia tão daqui e agora. Faz-me sentir cada coisa que é descrita como se quase não gosse poesia, mas realidade. Incrível!

DETALHES DO PRODUTO

Fósforos e Metal sobre Imitação de Ser Humano (eBook)
ISBN: 978-972-37-2080-8
Edição/reimpressão: 04-2019
Editor: Assírio & Alvim
Código: 67779
Idioma: Português
Páginas: 72
Tipo de Produto: eBook
Classificação Temática: eBooks > eBooks em Português > Literatura > Poesia

sobre Filipa Leal

Filipa Leal nasceu no Porto em 1979. Tem 11 livros publicados (desde 2003), entre os quais A Cidade Líquida e O Problema de Ser Norte (ed. Deriva), ou os mais recentes Vem à Quinta-feira e Fósforos e Metal sobre Imitação de Ser Humano (ed. Assírio & Alvim), ambos finalistas do Prémio Correntes d’Escritas e semifinalistas do Prémio Oceanos. Está editada em Espanha (La Ciudad Líquida, ed. Sequitur, Madrid, 2010); na Colômbia (En los días tristes no se habla de aves, ed. Tragaluz, Medellín, 2016); e em França (La Ville Oubliée, ed. Cahiers de l’Approche, Angoulême, 2021). Formada em Jornalismo pela Universidade de Westminter (Londres), é Mestre em Estudos Portugueses e Brasileiros pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Está representada em várias antologias em Portugal e no estrangeiro (Venezuela, Bulgária, Holanda, Eslovénia ou Grécia). Em 2010, teve um dos seus poemas exposto no Metro de Varsóvia, na iniciativa «Poems on the Underground». Em 2012 e 2014, representou Portugal em encontros literários na Alemanha – no Festival de Poesia de Berlim 2012 e na Conferência dos Escritores Europeus 2014/Long Night of European Literature, no âmbito da qual fez uma leitura dos seus poemas no Deutsches Theater. Em 2016, o seu poema «Hoje, também os carros dançam» integrou uma instalação sonora europeia na British Library, em Londres. Em 2021, a compositora colombiana Mónica Giraldo adaptou um poema seu («Digo-te por Isso»/«Te Digo por Eso»), que interpreta no álbum Hubo um Tiempo. No mesmo ano, Filipa Leal atreveu-se nas primeiras letras de canções: «Mudar de Canção», a convite da banda The Happy Mess, já lançada no disco Jardim da Parada; e «Ferida», adaptação livre de «Fever» (imortalizada por Peggy Lee), a convite de Mafalda Veiga para o seu novo concerto SOLO. Poeta, jornalista e argumentista (destaque para o guião do filme Jogo de Damas, com a realizadora Patrícia Sequeira – Prémio de Melhor Guião nos Festivais de Cinema do Chipre e de Copenhaga), apresenta atualmente, com Pedro Lamares, o programa de literatura Nada Será Como Dante na RTP2.
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