Missa in Albis

Formatos disponíveis
19,90€ I
-10%
24H
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
COMPRAR
-10%
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
19,90€ I
COMPRAR
I 10% DE DESCONTO EM CARTÃO
I Em stock - Envio 24H
I PORTES GRÁTIS

SINOPSE

Este romance, uma das obras mais emblemáticas de Maria Velho da Costa, acompanha o trajeto da paixão incontrolável de Sara e Simão relatando o naufrágio em desespero de uma história de amor que não o chega a ser, porque tudo se conjuga para a impedir. Os dois protagonistas estão conscientes da impossibilidade dessa paixão, porém revelam-se impotentes para escapar ao percurso de martírio que ela lhes proporcionará, alterando para sempre as suas vidas, até ao desfecho final. Esta edição conta com um prefácio de Manuel Gusmão.


Au demeurant, ce que nous appelons ordinairement amis et amitiés, ce ne sont qu’accointances et familiarités nouées par quelque occasion ou commodité, par le moyen de laquelle nos âmes s’entretiennent. En l’amitié de quoi je parle, elles se mêlent et confondent l’une en l’autre, d’un mélange si universel, qu’elles effacent et ne retrouvent plus la couture qui les a jointes. Si on me presse de dire pourquoi je l’aimais, je sens que cela ne se peut exprimer qu’en répondant : «Parce que c’était lui ; parce que c’était moi. »

Montaigne, Essais

Ver Mais

DETALHES DO PRODUTO

Missa in Albis
ISBN: 978-972-37-1856-0
Edição/reimpressão: 02-2016
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79422
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 35 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 528
Tipo de Produto: Livro
Nascida a 26 de junho de 1938, em Lisboa, Maria Velho da Costa era licenciada em Filologia Germânica pela Universidade de Lisboa e tinha o curso de Grupo-Análise da Sociedade Portuguesa de Neurologia e Psiquiatria. Foi ajunta do secretário de Estado da Cultura do Governo de Maria de Lourdes Pintasilgo (1979), leitora do King's College em Londres, presidente da Associação Portuguesa de Escritores e adida cultural em Cabo Verde.
Ficcionista, ensaísta e dramaturga, é coautora, com Maria Isabel Barreno e Maria Teresa Horta, de Novas Cartas Portuguesas (1972), um livro que se tornou um marco no nosso país pela abordagem da situação das mulheres nas sociedades contemporâneas e que viria a ser apreendido pela polícia política do antigo regime pelo seu «conteúdo insanavelmente pornográfico e atentatório da moral pública». A sua escrita situa-se numa linha de experimentalismo linguístico que viria a renovar a literatura portuguesa nos anos 60 e, como afirmou Eduardo Lourenço, é «de um virtuosismo sem exemplo entre nós».
É autora, entre outras obras, de O Lugar Comum (1966), Maina Mendes (1969) e Casas Pardas (1977), Prémio Cidade de Lisboa e reeditado em 2013 pela Assírio e Alvim, um ano depois de O Amante do Crato e um ano antes de Da Rosa Fixa, pela mesma chancela e ambos igualmente em reedição. São também seus Lucialima (1983), Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus, Missa in Albis (1988), Prémio de Ficção do PEN Clube, e Dores (1994), um volume de contos em colaboração com Teresa Dias Coelho, ao qual foi atribuído o Prémio da Crítica da Associação Internacional dos Críticos Literários e o Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, um título também disponível no catálogo da Assírio & Alvim. Por esta chancela lançou ainda o romance Myra (2008), Prémio Correntes d’Escritas. Na sua bibliografia, destaque ainda para a peça de teatro Madame, a partir de Eça de Queirós e Machado de Assis, um êxito retumbante de palco, interpretado por Eunice Muñoz e Eva Wilma, e Irene ou o Contrato Social, distinguido com o Grande Prémio de Ficção APE de 2000.
Em 1997, foi-lhe atribuído o Prémio Vergílio Ferreira da Universidade de Évora, pelo conjunto da sua obra, que se encontra traduzida em várias línguas. Em 2002 foi distinguida com o Prémio Camões, cujo júri lhe elogiou «a inovação no domínio da construção romanesca, no experimentalismo e na interrogação do poder fundador da fala». O Prémio Vida Literária, da APE, foi-lhe entregue em 2013, dois anos depois de ser feita Grande-Oficial da Ordem da Liberdade. Em 2003 já havia sido feita Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
Como argumentista, colaborou com os cineastas João César Monteiro (Que Farei Eu com Esta Espada?, Veredas, Silvestre), Margarida Gil (Paixão) e Alberto Seixas Santos (A Rapariga da Mão Morta, E o Tempo Passa).
Faleceu a 23 de maio de 2020, aos 81 anos.
Ver Mais

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK