Ágora

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Prémio Literário Francisco de Sá de Miranda 2021
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SINOPSE

No mais recente livro de Ana Luísa Amaral, que conta com reproduções a cores de grandes obras de arte de todos os tempos, a poeta apresenta-nos um conjunto de poemas belos e terríveis, comoventes e violentos, em permanente diálogo com a Bíblia e com a arte, mas sobretudo com o nosso tempo.

Antes ser tudo e livre
do que bom mas humilde

Assim pensara então

e agira

E o oriente lhe foi destinado:
terra de mil castigos
de difíceis colheitas; mais
suor

Só depois descobriu
que lá o sol nascia
e que podia falar das coisas
todas

Mas com quem?
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Excelente
Rita Marques | 2022-10-29
Uma excelente combinação e interseção entre a poesia e a pintura com um toque místico, são os ingredientes deste livro. Ana Luísa Amaral no seu melhor…
As palavras, silêncio subtil...e sábio
Zeferino Silva | 2020-05-10
Só sei comprar livros, sobretudo poesia, quando me julgo capaz de ver as palavras que também não foram ditas. Quem escreve nunca deve dizer as palavras todas. Os silêncios não são frios. Conhecem os frutos pelo nome e sabem de sítios luminosos, os abrigados na arca do peito de quem as vai ler, como sol a alimentar os bosques e os prados.

DETALHES DO PRODUTO

Ágora
ISBN: 978-972-37-2109-6
Edição/reimpressão: 02-2020
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79193
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 213 x 17 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 144
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Poesia
Ana Luísa Amaral nasceu a 5 de abril de 1956, em Lisboa. Autora de mais de três dezenas de livros, entre poesia, teatro, ficção, infantis e de ensaio, a sua obra está traduzida e publicada em diversos países. Obteve várias distinções e prémios em Portugal e no estrangeiro, como a Medalha da Cidade de Paris, a Medalha de Ouro da Câmara Municipal do Porto, por serviços à Literatura, o Prémio Literário Correntes d’Escritas, o Premio de Poesía Fondazione Roma, o Grande Prémio de Poesia da APE, o Prémio PEN de Ficção, o Prémio Vergílio Ferreira, ou, ainda, o Prémio Rainha Sofia de Poesia Iberoamericana. Traduziu diferentes poetas, como Emily Dickinson, William Shakespeare ou Louise Glück. Foi professora jubilada da Faculdade de Letras do Porto e membro sénior do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, onde trabalhou nas áreas de poéticas comparadas e estudos feministas. Morreu a 5 de agosto de 2022.
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