Casas Pardas

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SINOPSE

Casas Pardas é um maravilhoso torvelinho de linguagens, uma evocação concreta e exacta de comportamentos sociais de várias classes no final do fascismo, uma revisitação dos lugares da literatura e da poesia (também nas suas vertentes populares), uma polifonia de falas genialmente captadas, uma subversão endiabrada dos processos narrativos e uma prática de jogos de linguagem que lembram o barroco, mas também os grandes efabuladores do século XVIII, como Fielding ou Sterne. A ironia e a réplica acerada pairam em todo o romance, repartido em várias «casas», pluralidade de focos que centram uma escrita em que passado e presente, a concretude do quotidiano mais trivial, mas também a citação literária de vários graus, ou mesmo a toada infantil, a reflexão às vezes iluminada, de envolto com o paradoxo e a paródia, nos desafiam página a página.
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DETALHES DO PRODUTO

Casas Pardas
ISBN: 978-972-37-1689-4
Edição/reimpressão: 08-2013
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79351
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 31 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 456
Tipo de Produto: Livro
Prémio Camões 2002 Maria Velho da Costa (n. 1938) é licencida em Filologia Germânica pela Universidade de Lisboa e tem o curso de Grupo-Análise da Sociedade Portuguesa de Neurologia e Psiquiatria. Foi leitora do King's College em Londres, presidente da Associação Portuguesa de Escritores e adida cultural em Cabo Verde. Ficcionista, ensaísta e dramaturga é co-autora com Maria Isabel Barreno e Maria Teresa Horta de "Novas Cartas Portuguesas" um livro que se tornou um marco no nosso país pela abordagem da situação das mulheres nas sociedades contemporâneas, e que viria a ser apreendido pela polícia política do antigo regime. A sua escrita situa-se numa linha de experimentalismo linguístico que viria a renovar a literatura portuguesa nos anos 60 e, como afirmou Eduardo Lourenço, é "de um virtuosismo sem exemplo entre nós". É autora, entre outras obras, de "O Lugar Comum" (1966), "Maina Mendes" (1969), o já citado "Novas Cartas Portuguesas" (1972), em colaboração, "Casas Pardas" (1977), Prémio Cidade de Lisboa, "Lucialima" (1983), que foi Prémio D. Dinis, da Fundação da Casa de Mateus, "Missa in Albis" (1988), Prémio de Ficção do PEN Clube, "Dores" (1994), um volume de contos, em colaboração com Teresa Dias Coelho, ao qual foi atribuído o Prémio da Crítica da Associação Internacional dos Críticos Literários e o Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, a peça de teatro Madame", a partir de Eça de Queirós e Machado de Assis, um êxito retumbante de palco, interpretado por Eunice Muñoz e Eva Wilma, e "Irene ou o Contrato Social", distinguido com o Grande Prémio de Ficção APE de 2000. Em 1997 foi-lhe atribuído o Prémio Vergílio Ferreira da Universidade de Évora, pelo conjunto da sua obra, que se encontra traduzida em várias línguas.
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