Dispersos

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avaliação dos leitores (1 comentários)
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ISBN: 978-972-37-1231-5
Edição/reimpressão: 06-2007
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78713
Coleção: Obras de Al Berto
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SINOPSE

Reúnem-se neste volume textos dispersos publicados por Al Berto, sem que tivesse sido nossa intenção proceder a uma recolha exaustiva. Preferimos, na medida do possível, tentar que a selecção de textos obedecesse a um grau de exigência semelhante àquele que o Autor sempre demonstrou nos seus livros, e de que é exemplo o critério por ele adoptado em O Anjo Mudo.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Os organizadores do volume, Luís Manuel Gaspar e Manuel de Freitas [...] explicam ter tentado, ‘na medida do possível [...] que a selecção de textos obedecesse a um grau de exigência semelhante aquele que o autor sempre demonstrou". Isso foi conseguido.»
Eduardo Pitta, Público

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Dispersos
António | 2014-09-03
Recolha de textos extraordinários, nada que surpreenda vindo de Al berto. Muito bom livro.

DETALHES DO PRODUTO

Dispersos
ISBN: 978-972-37-1231-5
Edição/reimpressão: 06-2007
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78713
Coleção: Obras de Al Berto
Idioma: Português
Dimensões: 135 x 206 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de Produto: Livro

sobre Al Berto

Poeta e editor português, de nome completo Alberto Raposo Pidwell Tavares, nasceu a 11 de Janeiro de 1948, em Coimbra, e faleceu a 13 de Junho de 1997, em Lisboa. Tendo vivido até à adolescência em Sines, exilou-se, entre 1967 e 1975, em Bruxelas, dedicando-se, entre outras actividades, ao estudo de Belas-Artes. Publicou o primeiro livro dois anos depois de regressar a Portugal.
Em mais de vinte anos de actividade literária, a expressão poética assumida por Al Berto, o pseudónimo do autor, distingue-se de qualquer outra experiência contemporânea pela agressividade (lexical, metafórica, da construção do discurso) com que responde à disforia que cerca todos os passos do homem num universo que lhe é hostil. Trazendo à memória as experiências poéticas de Michaux ou de Rimbaud, é no próprio sofrimento, na sua violenta exaltação, na capacidade de o tornar insuportavelmente presente (nas imagens de uma cidade putrefacta, na obsidiante recorrência da morte e do mal, sob todas as suas formas) que a palavra encontra o seu poder exorcizante, combatendo o mal com o mal. É neste sentido que Ramos Rosa fala de uma "poesia da violência do mundo e da realidade insuportável": "a opacidade do mal ou a agressividade do mundo é tão intensa que provoca um choque e um desmoronamento geral", mas "à violência desta destruição responde o poeta com uma violenta negatividade que é uma pulsão de liberdade absoluta, que procura por todos os meios o seu espaço vital.", sublinhando ainda a forma como esta espécie de "grito de fragilidade extrema e irredutível do ser humano, do seu desamparado infinito, da sua revolta absoluta e sem esperança", se consubstancia, ao nível do estilo, num ritmo "ofegante, precipitado, como um assalto contínuo feito de palavras tão violentas como instrumentos de guerra" (cf. ROSA, António Ramos - A Parede Azul. Estudos Sobre Poesia e Artes Plásticas, Lisboa, Caminho, 1991, pp. 120-121). No domínio editorial, a sua actividade pautou-se pela isenção e certa ousadia relativamente às políticas comerciais livreiras dominantes.
Inicialmente seguindo uma estética surrealizante de temática erótica, em O Anjo Mudo (1993) funde prosa e poesia, exprime intertextualidades, numa viagem marginal e purificadora. A quase totalidade da sua obra poética encontra-se coligida em O Medo.
Foi galardoado com o Prémio Pen Club de Poesia em 1987.
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