Horto de Incêndio

Horto de Incêndio

avaliação dos leitores (2 comentários)
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ISBN:978-972-37-1979-6
Edição/reimpressão:11-2017
Editor:Assírio & Alvim
Código:78298
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SINOPSE

5.ª edição de Horto de Incêndio, o último livro de Al Berto, agora em magnífica edição encadernada com sobrecapa.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Obra Maior
Tiago |2019-06-09
Horto De Incêndio é uma das obras maiores da literatura contemporânea portuguesa e um ponto obrigatório para quem a quiser conhecer.
Horto de Incêndio
António |2014-09-03
Uma das melhores obras de poesia portuguesa. as poesias apontam para as dificuldades, angústias, perdas, solidões, que a trilha, o caminhar, propõe no seu decorrer. escarafuncham os percalços e pedreiras a enfrentar, mostrando o quão árduo é o trabalho de suportar, de carregar, tais dores mundanas. outra característica que permeia a sua poética é um certo deboche para com a existência. enfim, um excelente trabalho.

DETALHES DO PRODUTO

Horto de Incêndio
ISBN:978-972-37-1979-6
Edição/reimpressão:11-2017
Editor:Assírio & Alvim
Código:78298
Idioma:Português
Dimensões:152 x 212 x 14 mm
Encadernação:Capa dura
Páginas:80
Tipo de Produto:Livro

sobre Al Berto

Poeta e editor português, de nome completo Alberto Raposo Pidwell Tavares, nasceu a 11 de Janeiro de 1948, em Coimbra, e faleceu a 13 de Junho de 1997, em Lisboa. Tendo vivido até à adolescência em Sines, exilou-se, entre 1967 e 1975, em Bruxelas, dedicando-se, entre outras actividades, ao estudo de Belas-Artes. Publicou o primeiro livro dois anos depois de regressar a Portugal.
Em mais de vinte anos de actividade literária, a expressão poética assumida por Al Berto, o pseudónimo do autor, distingue-se de qualquer outra experiência contemporânea pela agressividade (lexical, metafórica, da construção do discurso) com que responde à disforia que cerca todos os passos do homem num universo que lhe é hostil. Trazendo à memória as experiências poéticas de Michaux ou de Rimbaud, é no próprio sofrimento, na sua violenta exaltação, na capacidade de o tornar insuportavelmente presente (nas imagens de uma cidade putrefacta, na obsidiante recorrência da morte e do mal, sob todas as suas formas) que a palavra encontra o seu poder exorcizante, combatendo o mal com o mal. É neste sentido que Ramos Rosa fala de uma "poesia da violência do mundo e da realidade insuportável": "a opacidade do mal ou a agressividade do mundo é tão intensa que provoca um choque e um desmoronamento geral", mas "à violência desta destruição responde o poeta com uma violenta negatividade que é uma pulsão de liberdade absoluta, que procura por todos os meios o seu espaço vital.", sublinhando ainda a forma como esta espécie de "grito de fragilidade extrema e irredutível do ser humano, do seu desamparado infinito, da sua revolta absoluta e sem esperança", se consubstancia, ao nível do estilo, num ritmo "ofegante, precipitado, como um assalto contínuo feito de palavras tão violentas como instrumentos de guerra" (cf. ROSA, António Ramos - A Parede Azul. Estudos Sobre Poesia e Artes Plásticas, Lisboa, Caminho, 1991, pp. 120-121). No domínio editorial, a sua actividade pautou-se pela isenção e certa ousadia relativamente às políticas comerciais livreiras dominantes.
Inicialmente seguindo uma estética surrealizante de temática erótica, em O Anjo Mudo (1993) funde prosa e poesia, exprime intertextualidades, numa viagem marginal e purificadora. A quase totalidade da sua obra poética encontra-se coligida em O Medo.
Foi galardoado com o Prémio Pen Club de Poesia em 1987.
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