Em Cada Pedra Um Voo Imóvel

Em Cada Pedra Um Voo Imóvel

ISBN:978-972-37-1335-0
Edição/reimpressão:10-2007
Editor:Assírio & Alvim
Código:78883
Coleção:Obras de Fiama Hasse Pais Brandão
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SINOPSE

Em Cada Pedra um Voo Imóvel reúne toda a obra de Fiama Hasse Pais Brandão no campo da ficção e do teatro. Como diz Gastão Cruz na nota explicativa, «Fiama não foi, propriamente, uma ficcionista, na medida em que somente publicou uma narrativa relativamente longa, Sob o Olhar de Medeia, e deixou alguns contos, quase todos postumamente editados (a excepção é Movimento Perpétuo, que saiu em 1991, com a designação de "novela poética", e foi, em 2005, incluído na recolha Contos da Imagem). Os restantes textos emprosa, não falando, é claro, dos ensaísticos e de investigação literária, são, como já dissemos, poemas (os de Em Cada Pedra um Voo Imóvel, O Aquário, Falar sobre o Falado), ou reflexões poéticas sobre temas ligados à literatura, o caso de O Retratado. Dentro deste conceito de diversidade de modos de escrita, fará, sem dúvida, sentido não só incluir neste volume os dois primeiros livros de Fiama Hasse Pais Brandão, como colocar todo o conjunto sob o signo do belo título da sua obra de estreia: Em Cada Pedra um Voo Imóvel.»
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DETALHES DO PRODUTO

Em Cada Pedra Um Voo Imóvel
ISBN:978-972-37-1335-0
Edição/reimpressão:10-2007
Editor:Assírio & Alvim
Código:78883
Coleção:Obras de Fiama Hasse Pais Brandão
Idioma:Português
Dimensões:145 x 203 x 26 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:352
Tipo de Produto:Livro
Dramaturga, tradutora e poeta, formada em Filologia Germânica na Universidade de Lisboa, exerceu actividade de investigação na área da literatura e da linguística. Revelou-se com "Morfismos", no âmbito da iniciativa Poesia 61, colectânea que reflectia uma tendência poética atenta à palavra, à linguagem na sua opacidade, na busca de uma expressão depurada e não discursiva. A criação poética de Fiama Hasse Pais Brandão impõe-se pela busca de uma expressão original, onde as palavras tentam evocar uma essência perdida, anterior à erosão do tempo e do uso corrente. A desconstrução das articulações do discurso e a sua metaforização provocam um estranhamento que conduz o leitor a despir a linguagem da sua convencionalidade e a entrever o acesso pela palavra pura a um tempo primordial. O critério de "amor pela leitura" que presidiu à versão de Cântico Maior pode, por extensão, ser aplicado à obra da autora que apresenta como fontes de emoção poética "o texto que cabe na pupila: o simultâneo, a grande cena das metáforas e das comparações, a Visão multiforme do Conhecimento (pus no coração a Sabedoria de Ezra), que é parcelar nas palavras e nas imagens e que só por acumulação diurna e através da absorção pupilar (como a do ar) tende para o Todo." ("Do prefácio de Cântico Maior", reproduzido em "Apêndice" a Obra Breve, 1991). Sob o Olhar de Medeia, a obra que marca a primeira incursão no romance por parte desta autora, foi publicado em 1998. Faleceu em Lisboa no dia 20 de Janeiro de 2006.
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