Ficções

Ficções

avaliação dos leitores (1 comentários)
(1 comentários)
Formatos disponíveis
17,70€I
-10%
24H
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
COMPRAR
-10%
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
17,70€I
COMPRAR
I10% DE DESCONTO EM CARTÃO
IEm stock - Envio 24H
IPORTES GRÁTIS

SINOPSE

Esta segunda edição das narrativas de Almada Negreiros, muito aumentada em relação à primeira, inclui textos dispersos entretanto localizados, mais quatro inéditos.

Ficam assim reunidas todas as ficções almadianas conhecidas até à data, para além do romance Nome de Guerra já reeditado em versão revista pelo manuscrito original.

Na sua maioria anteriores a 1930, as ficções de Almada são caracterizadas por uma capacidade de invenção surpreendente e iluminadas por uma verve singular.
Ver Mais

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Um dos grandes modernos
Kafka |2016-04-07
Uma das mais relevantes colectâneas do autor que foi, sem dúvida, um dos mais marcantes e decisivos nomes do modernismo português. São crónicas, contos e textos diversos, essenciais para compreender a visão estética de Almada. Destaque para "K4, O Quadrado Azul."

DETALHES DO PRODUTO

Ficções
ISBN:978-972-37-1987-1
Edição/reimpressão:09-2017
Editor:Assírio & Alvim
Código:78442
Idioma:Português
Dimensões:172 x 240 x 22 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:280
Tipo de Produto:Livro
Nascido em São Tomé em 1893, viveu em Portugal e revelou-se como um artista e um escritor polifacetados: artista plástico, poeta, ensaísta, romancista e dramaturgo, ligou-se em 1913 ao grupo modernista.
Utilizou sempre uma linguagem considerada mais elementar que a do seu desenho e construiu a sua obra literária por entre tensões - dividido entre a intuição e a análise, entre a vocação poética e o espírito ensaístico. Em todas estas manifestações criativas mostrou sempre uma grande capacidade de invenção.
Com Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, formou o grupo da revista Orpheu, tendo mais tarde lançado a revista Sudoeste e promovido uma série de conferências. Sempre desejou que a produção artística se orientasse pela linha de renovação dos países já animados do espírito europeu - o que pode explicar a tendência provocatória de alguns dos seus manifestos (com destaque para o conhecido Manifesto Anti-Dantas) e o ter participado e fomentado muitas das manifestações culturais realizadas no seu tempo em Portugal. Ao nível da prosa literária, deve-se destacar o seu romance Nome de Guerra.
Faleceu em 1970 em Lisboa.
Ver Mais

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK