Poemas

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ISBN: 978-972-37-1982-6
Edição/reimpressão: 09-2017
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78423
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SINOPSE

Nos poemas de Almada Negreiros incluem-se alguns dos mais radicais das vanguardas do século XX, mantendo até ao final dos anos 60 um registo inconfundível. Aqui se reúne o conjunto completo da sua poesia, representando parte significativa da obra de um artista múltiplo que foi marcante em diversas artes.

Recolhem-se nesta segunda edição aumentada, revista pelos manuscritos originais, três caligramas e um poema-carta, e ainda doze poemas inéditos.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Muito interessante
Jorge Coelho | 2020-10-09
Textos e poemas ecléticos que nos remetem para diferentes e actuais realidades. Útil para reflexão.
Ótima recolha
Pacheco | 2020-06-21
Uma coletânea essencial, com a qualidade a que a Assírio e Alvim nos habituou

DETALHES DO PRODUTO

Poemas
ISBN: 978-972-37-1982-6
Edição/reimpressão: 09-2017
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78423
Idioma: Português
Dimensões: 172 x 240 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Poesia
Nascido em São Tomé em 1893, viveu em Portugal e revelou-se como um artista e um escritor polifacetados: artista plástico, poeta, ensaísta, romancista e dramaturgo, ligou-se em 1913 ao grupo modernista.
Utilizou sempre uma linguagem considerada mais elementar que a do seu desenho e construiu a sua obra literária por entre tensões - dividido entre a intuição e a análise, entre a vocação poética e o espírito ensaístico. Em todas estas manifestações criativas mostrou sempre uma grande capacidade de invenção.
Com Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, formou o grupo da revista Orpheu, tendo mais tarde lançado a revista Sudoeste e promovido uma série de conferências. Sempre desejou que a produção artística se orientasse pela linha de renovação dos países já animados do espírito europeu - o que pode explicar a tendência provocatória de alguns dos seus manifestos (com destaque para o conhecido Manifesto Anti-Dantas) e o ter participado e fomentado muitas das manifestações culturais realizadas no seu tempo em Portugal. Ao nível da prosa literária, deve-se destacar o seu romance Nome de Guerra.
Faleceu em 1970 em Lisboa.
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