Três Histórias Desenhadas

Três Histórias Desenhadas

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ISBN:978-972-37-1948-2
Edição/reimpressão:08-2017
Editor:Assírio & Alvim
Código:79468
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SINOPSE

É na década de vinte, em 1926, que Almada publica, no semanário ilustrado «Sempre Fixe», as histórias «Era Uma Vez», «O Sonho de Pechalim» e «A Menina Serpente», que aqui se apresentam com base nos desenhos originais, fora uma ou outra lacuna.

Como nos diz Sara Afonso Ferreira, no prefácio a esta edição, «[…] o autor confecciona ao longo dos anos uma série de caderninhos, geralmente em harmónio, por ele manuscritos e ilustrados dedicados ao estudo do número e da geometria. No entanto, ao apresentar desta forma os desenhos destinados à publicação de uma história aos quadradinhos num jornal, sem acompanhar os desenhos originais do texto do seu conto (de que apenas temos a versão do "Sempre Fixe"), Almada sugere a importância das imagens como veículo da narrativa — a segunda história publicada no "Sempre Fixe", "O Sonho de Pechalim", apresenta-se, aliás, sem qualquer texto (as legendas deviam ser redigidas pelos pequenos leitores no âmbito de um concurso infantil) — que as histórias podem ser contadas apenas por desenhos, que as histórias podem ser: desenhadas.»
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Desenhos com ALMA !
João Niza |2017-07-04
Almada Negreiros através destas simples histórias, mostra-nos a versatibilidade da sua moderna geração de artistas, com a abertura a todos os estilos, nomeadamente à narração gráfica.

DETALHES DO PRODUTO

Três Histórias Desenhadas
ISBN:978-972-37-1948-2
Edição/reimpressão:08-2017
Editor:Assírio & Alvim
Código:79468
Idioma:Português
Dimensões:128 x 187 x 20 mm
Encadernação:Capa dura
Páginas:200
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Banda Desenhada > Outros > Literatura > Outras Formas Literárias
Nascido em São Tomé em 1893, viveu em Portugal e revelou-se como um artista e um escritor polifacetados: artista plástico, poeta, ensaísta, romancista e dramaturgo, ligou-se em 1913 ao grupo modernista.
Utilizou sempre uma linguagem considerada mais elementar que a do seu desenho e construiu a sua obra literária por entre tensões - dividido entre a intuição e a análise, entre a vocação poética e o espírito ensaístico. Em todas estas manifestações criativas mostrou sempre uma grande capacidade de invenção.
Com Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, formou o grupo da revista Orpheu, tendo mais tarde lançado a revista Sudoeste e promovido uma série de conferências. Sempre desejou que a produção artística se orientasse pela linha de renovação dos países já animados do espírito europeu - o que pode explicar a tendência provocatória de alguns dos seus manifestos (com destaque para o conhecido Manifesto Anti-Dantas) e o ter participado e fomentado muitas das manifestações culturais realizadas no seu tempo em Portugal. Ao nível da prosa literária, deve-se destacar o seu romance Nome de Guerra.
Faleceu em 1970 em Lisboa.
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