O Retrato

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avaliação dos leitores (1 comentários)
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ISBN:978-972-37-0835-6
Edição/reimpressão:04-2003
Editor:Assírio & Alvim
Código:78511
Coleção:Gato maltês
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SINOPSE

Gógol começou a trabalhar em O Retrato em 1831, ao mesmo tempo que escrevia a Avenida Névski. A primeira redacção foi terminada, o mais tardar, em meados de 1834, tendo provocado a crítica severa de, por exemplo, Vissarion Belínski. No início dos anos quarenta, ou seja, quando Gógol já terminara a primeira parte de Almas Mortas e se preparava para criar a segunda, a primeira versão de O Retrato é refeita e publicada, em 1842, na revista Sovreménnik.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

Talvez este seja o mais romântico dos seus contos, tendo como tema o pacto de um pobre e desgraçado pintor com o demónio do sucesso, que de insignificante passa a bem sucedido, cortejado pela fútil sociedade da época, numa encenação do eterno conflito entre a arte e a vida (...) Gógol no seu melhor.
in, Expresso, 04.10.03
«[…] Este O Retrato é o mais romântico dos “contos de Petersburgo”, quanto mais não seja pelo tema central — o pacto com o demónio. É também uma profunda reflexão sobre a vida e a arte (a arte imitação da natureza ou imitação de Deus?), prefigurando o grande dilema da vida e da obra do próprio Gógol, do seu próprio destino: vamos encontrar em O Retrato o delineamento das grandes contradições que envolveram a criação de Almas Mortas, a grande hesitação e, finalmente, o repúdio da segunda parte deste livro, a queima da obra espúria, etc. É também, evidentemente, um conto sobre a cidade castradora — Petersburgo. Desta vez, é um pintor que se vê privado do seu talento por obra do excesso de realismo e da ambição de glória e riqueza que nele desperta a cidade…Tal como nos outros “contos de Petersburgo”, com Gógol quase acreditamos que o mal não é russo e que Petersburgo não é Rússia: aqui, entre os pobres cinzentões de Kolomna (bairro periférico a oeste de Petersburgo), o Diabo é ardente, agiota e estrangeiro…»
Do tradutor, Filipe Guerra

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Um título indispensável na obra de Gógol
Ricardo Coelho |2013-11-05
Um texto empolgante, onde o autor elabora uma narrativa viva numa história que decorre num universo fantástico. Um retrato impressionante a ser lido de uma só vez em menos de 100 páginas. Recomendo

DETALHES DO PRODUTO

O Retrato
ISBN:978-972-37-0835-6
Edição/reimpressão:04-2003
Editor:Assírio & Alvim
Código:78511
Coleção:Gato maltês
Idioma:Português
Dimensões:115 x 185 x 6 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:96
Tipo de Produto:Livro
Nikolai Gógol, autor clássico da literatura russa, nasceu a 20 de março de 1809 (1 de abril pelo nosso calendário gregoriano) na província de Poltava (Ucrânia), no seio de uma família de médios proprietários rurais (1200 hectares e 200 servos da gleba). Partiu jovem para Petersburgo, onde começou por ocupar sucessivos empregos em ministérios, foi professor, ao mesmo tempo que ia escrevendo e publicando em revistas. Passou grande parte da sua vida em viagens pelo estrangeiro e pela Rússia.
Das suas obras destacam-se as coletâneas de contos Noites na Granja ao Pé de Dikanka (1831-32), Mírgorod (1835), os Contos de São Petersburgo («Avenida Névski» [1834], «Diário de um Louco» [1834], «O Nariz» [1836], «O Retrato» [1841] «O Capote» [1841], e «A Caleche» [1836]) e as peças de teatro O Inspector (1836) e O Casamento (1842). O romance Almas Mortas, do qual só o primeiro tomo ficou completo, foi publicado em 1842.
Depois de uma lenta agonia, Nikolai Gógol morreu de doença nervosa e desespero espiritual a 21 de fevereiro (4 de março pelo nosso calendário) de 1852.
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