O Vidro

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Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa 2016; Prémio P.E.N. Clube Português de Poesia 2015; Prémio Fundação Inês de Castro 2014
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SINOPSE

No mais recente livro de Luís Quintais - uma das vozes mais seguras da nova poesia portuguesa - somos confrontados com um fulgor rítmico magistral e com a visita a alguns dos lugares paradigmáticos na poesia do autor. Vitrificação, estilhaços, riscos, violência e história, O Vidro faz alusão a fragmentos de Anna Calvi, António Damásio, Edmond Jabès, Fernando Pessoa, Martin Amis e T.S. Eliot.

«Uma linha? Uma linha no poço sem fundo da história. Estrépito de armas ou mistificação plena é tudo o que vejo como quem escuta ou escuto como quem vê.»
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Não gosto.
Diogo Gonçalves |2018-10-02
Muito mau. A escrita é pouco imaginativa e não captou a minha atenção. É impressionante como atribuem prémios a coisas destas.

DETALHES DO PRODUTO

O Vidro
ISBN:978-972-37-1764-8
Edição/reimpressão:02-2014
Editor:Assírio & Alvim
Código:79381
Idioma:Português
Dimensões:146 x 205 x 9 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:96
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
Luís Quintais nasceu em 1968 em Angola. Antropólogo, poeta e ensaísta, leciona no Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra. Como antropólogo tem publicado ensaios em diversas revistas da especialidade sobre as implicações sociais e culturais do conhecimento biomédico, em particular sobre a psiquiatria e seus contextos. Desenvolve atualmente investigação sobre as interações entre biotecnologias, arte e cognição. Como poeta, publicou A Imprecisa Melancolia (1995), Lamento (1999), Umbria (1999), Verso Antigo (2001), Angst (2002), e Duelo (2004), obra a que foram atribuídos o Prémio Pen Clube de Poesia e o Prémio Luís Miguel Nava - Poesia 2005. A coletânea de poesia completa Arrancar Penas a Um Canto de Cisne venceu o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C.M. de
Amarante 2015-2016.
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