País Possível

avaliação dos leitores (1 comentários)
(1 comentários)
Formatos disponíveis
12,20€ I
9,76€ I
-20%
24H
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
COMPRAR
-20%
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
12,20€ I
9,76€ I
COMPRAR
I 20% DE DESCONTO IMEDIATO
I Em stock - Envio 24H
I PORTES GRÁTIS

SINOPSE

Escrito em 1973, este é um livro que permanece extremamente atual e que possui uma indubitável unidade temática: «a do mal-estar de um homem que ao longo da vida, tem pagado caro o preço por ter nascido em Portugal», tal como afirma o próprio Ruy Belo na sua nota introdutória. Estamos pois perante um volume que aborda Portugal como um país real, não mítico ou mitificado, ou então como um país ainda irreal, mas que depois de tornado real, tende a tornar-se impossível. Nas próprias palavras de Ruy Belo: «Portugal, país que só existe em pensamento».  

O prefácio da presente edição é de Nuno Júdice. 

Ver Mais

CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Aquela que é, muito provavelmente, a mais fascinante memória poética de Ruy Belo volta a ver a luz do dia, Para compararmos o Portugal de 1973 com o de hoje. Um livro fundamental. […] Ruy Belo é um dos grandes poetas portugueses que resistiu ao tempo. O seu olhar sobre o cerco interno que nos consome e o mar que nos dá uma qualquer esperança possível permanece como uma marca da forma de ser português. E de sobreviver. Este fascinante "País Possível" é tão moderno hoje como o foi em 1973, quando surgiu pela primeira vez.»
Fernando Sobral , Jornal de Negócios

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Portugal: o País Possível
AS | 2016-09-10
Neste livro o autor descreve e exalta pontos característicos de um Portugal que nos é muito próximo e que ele vê e descreve num misto de emoções. Por um lado com doçura: a forma de ver as nossas casas, os comboios que nos ligam, certas profissões que sendo profundamente portuguesas são de uma enorme dureza, como o caso dos pescadores...Por outro lado, há neste livro uma amargura do autor, pela forma como este país tão belo e maravilhoso e as suas gentes, vivem ainda longe de uma valorização e qualidade de vida merecidas. Achei o livro muito bonito e recomendo a sua leitura.

DETALHES DO PRODUTO

País Possível
ISBN: 978-972-37-1873-7
Edição/reimpressão: 01-2016
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79430
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de Produto: Livro

sobre Ruy Belo

Doutorado em Direito Canónico pela Universidade de S. Tomás de Aquino, em Roma, e licenciado em Filologia Românica e em Direito pela Universidade de Lisboa, lecionou no ensino secundário e foi leitor de Português na Universidade de Madrid. Foi diretor literário de uma editora; chefe de redação da revista Rumo; adjunto do Diretor do Serviço de Escolha de Livros do Ministério da Educação Nacional; bolseiro de investigação da Fundação Calouste Gulbenkian; tradutor de numerosos autores franceses e colaborador em várias publicações periódicas. Vítima de um edema pulmonar, a sua morte precoce, em 1978, colheu de surpresa uma série de escritores que lhe dedicam, no mesmo ano, uma Homenagem a Ruy Belo. Iniciada em 1961, mas mantendo-se, na confluência da poesia dos anos 50, equidistante quer de um dogmatismo neo-realista quer do excesso surrealista, mas incorporando aquisições dessas duas formas de comunicação estética, para António Ramos Rosa, «A poesia de Ruy Belo é uma incessante reflexão sobre o tempo e a morte e a incerta identidade do sujeito que em vão procura o lugar originário onde se encontraria o ser na sua totalidade [...]. A incerteza e uma profunda frustração, muitas vezes impregnada de uma trágica ironia, dominam esta procura do lugar ontológico e da degradação existencial». (Incisões Oblíquas, Lisboa, 1987, p. 66). Abarcando a crítica irónica da realidade social e a denúncia das diversas problemáticas que equacionam o homem, desde a sua vivência espiritual e religiosa até ao envolvimento concreto e existencial, a poesia de Ruy Belo é uma «forma de intervenção, de compromisso, de luta por um mundo melhor [...] sem [...] o poeta pactuar com a demagogia, com o oportunismo que afinal representa não ver primordialmente na arte criação de beleza, construção de objectos tanto quanto possível belos em si mesmos» («Nota do Autor» a País Possível, 1973).
Ver Mais

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK