Poesia de Alberto Caeiro

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avaliação dos leitores (1 comentários)
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ISBN:978-972-37-0654-3
Edição/reimpressão:05-2014
Editor:Assírio & Alvim
Código:78426
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SINOPSE

Esta é a terceira edição da poesia completa de Alberto Caeiro na série das obras de Fernando Pessoa publicadas pela Assírio & Alvim. Vem agora aumentada de um novo poema e de correcções em certos versos, assim tentando avançar na aproximação à mais limpa e respeitadora edição possível de um conjunto de textos que constitui, talvez, o cerne poético da obra de Fernando Pessoa. Pelo menos, é do Mestre que se trata, isto segundo a ficção dos heterónimos que nos é transmitida pelo autor. Ou seja: o lugar de uma singularidade extrema em termos composicionais e retóricos, que, além disso, oferece a todos os que o lerem uma cura de felicidade.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Essencial
Leitor |2016-06-09
Uma das melhores edições do conjunto de poemas escritos por Alberto Caeiro, o heterónimo mais despegado e livre de Pessoa. Essencial para quem gosta de poesia e imprescindível em qualquer biblioteca.

DETALHES DO PRODUTO

Poesia de Alberto Caeiro
ISBN:978-972-37-0654-3
Edição/reimpressão:05-2014
Editor:Assírio & Alvim
Código:78426
Idioma:Português
Dimensões:147 x 210 x 24 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:296
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa Literatura e um dos poucos escritores portugueses mundialmente conhecidos. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século XX. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da Vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos - Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como "correspondente estrangeiro". Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada-Negreiros e outros, a revista "Orpheu", que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista "Orpheu" (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, "Mensagem" (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos. A editora Ática começou a publicar a sua obra poética em 1942. No entanto, já o grupo da "Presença" tinha iniciado a sua reabilitação (poética e filosófica) face ao público e à crítica. © 2003 Porto Editora, Lda.
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