Tempo de Fantasmas

ISBN: 978-972-37-2003-7
Edição/reimpressão: 11-2024
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79586
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SINOPSE

No ano do centenário do seu nascimento, inicia-se a publicação autónoma dos livros de poesia de Alexandre O’Neill. Desse modo, recupera-se aqui a forma integral da primeira edição de Tempo de Fantasmas (1951) — livro do qual migraria uma grande maioria dos seus poemas para os livros subsequentes, com mais ou menos alterações —, com um posfácio de Fernando Cabral Martins, contextualizando a singularidade deste trabalho poético: «O’Neill não está para aventuras colectivas, só para aventuras individuais, com o foco na linguagem viva e na condição dos que a falam. Mas sem nada ter de caçador solitário, atento a um colectivo, numa Lisboa reconhecível onde têm curso as palavras que retempera, as frases feitas e os lugares-comuns que desconstrói. Incluindo no seu teatro pessoal as figuras características, vizinhos, garotos, velhos, funcionários, vagabundos e madames bem-vestidas.»

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DETALHES DO PRODUTO

Tempo de Fantasmas
de Alexandre O' Neill
ISBN: 978-972-37-2003-7
Edição/reimpressão: 11-2024
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79586
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Poesia
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre Alexandre O' Neill

Poeta português, Alexandre Manuel Vahia de Castro O'Neill de Bulhões nasceu a 19 de dezembro de 1924, em Lisboa, e morreu a 21 de agosto de 1986, na mesma cidade. Para além de se ter dedicado à poesia, Alexandre O'Neill exerceu a atividade profissional de técnico publicitário, forjando alguns dos mais conhecidos slogans portugueses. Um dos fundadores do Grupo Surrealista de Lisboa, desvinculou-se do grupo a partir de Tempo de Fantasmas (1951), embora a sua passagem pelo grupo marque indelevelmente a sua postura estética, conservando algumas características do movimento na sua poesia, por exemplo, o tom mordaz e em certo sentido absurdista na maneira de analisar o mundo. Um amante do jazz, do cinema e do teatro modernos, O'Neill fez ainda várias traduções, escreveu guiões para cinema e manteve algumas colunas de jornal durante vários anos. Da sua obra destacam-se as obras No Reino da Dinamarca (1958), Feira Cabisbaixa (1965) ou a reunião de contos e crónicas em Uma Coisa em Forma de Assim (1980).
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