Todos os Poemas (eBook)

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SINOPSE

Trazer ao leitor português toda a poesia de Hölderlin significa entrar num mar desconhecido desse leitor, num território de contradições, de uma diversidade não imaginada e desigual de registos poéticos, do mais naïf e convencional ao mais elaborado e sublime, do mais heróico ao mais prosaico, do poema transbordante à brevidade do dístico epigramático. Mas é altura de esta poesia nos ser dada de corpo inteiro. Só assim se compreenderá o percurso trágico, intenso e nele mesmo tenso e contraditório desta figura singular da Poesia, corrigindo ao mesmo tempo uma certa visão, mitificada e totalmente sublimizada, de um poeta que, como tantos outros, tem lados bem mais humanos e vulneráveis do que aqueles que os chamados «grandes poemas» nos dão.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Além de todas as palavras
Vicente dos Santos | 2021-06-30
O poeta impossível que foi possível. O poeta que cresceu nos "braços dos deuses" e que fez do canto a sua casa. Hölderlin escapará sempre a quaisquer classificações. Como disse um poeta português: quando comparado com Hölderlin, Goethe era apenas um génio.

DETALHES DO PRODUTO

Todos os Poemas (eBook)
ISBN: 978-972-37-2149-2
Edição/reimpressão: 05-2021
Editor: Assírio & Alvim
Código: 67541
Idioma: Português
Páginas: 664
Tipo de Produto: eBook
Classificação Temática: eBooks > eBooks em Português > Literatura > Poesia
Johann Christian Friedrich Hölderlin nasceu em Lauffen, na Alemanha, a 10 de Março de 1770. Um dos maiores poetas românticos da língua germânica, Hölderlin travou amizade com as principais figuras do seu tempo, Schelling e Hegel, com quem irá redigir, mais tarde, o célebre O mais antigo programa do idealismo alemão. No seu Hipérion ou o Eremita da Grécia (1797-1799), um romance epistolar em dois volumes, e nos seus Poemas (1826), deixou uma profunda reflexão sobre o exílio, o sublime e o mundo natural, incorporando na língua alemã a sintaxe do grego clássico e a sua complexa mitologia. Desde cedo marcado por uma perturbação mental, Hölderlin passará o final da vida em reclusão na famosa Torre de Tübingen, onde produz os seus «poemas da loucura», até aí morrer, no dia 7 de Junho de 1843.
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