A Estrada Branca
SINOPSE
Novo título para um dos mais destacados poetas da actualidade nacional. José Tolentino Mendonça regressa à edição com poemas de primeira água, mesclando como ninguém teologia com quotidiano.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
Eduardo Prado Coelho, Público, Mil Folhas
(Maria Leonor Nunes, «Jornal de Letras», 16 de Março de 2005)
Pelas escarpas, nos atalhos de areia e erva
em matas sombrias onde as faias se renovam
os animais já não vigiam
já ninguém os persegue
a chuva desenha círculos perfeitos
nos poços dos aldeões
como nos charcos
o restolhar de prata da folhagem
previne do passo do anjo, na escuridão
Pelas escarpas, nos atalhos de areia e erva
em matas sombrias onde as faias se renovam
os animais já não vigiam
já ninguém os persegue
a chuva desenha círculos perfeitos
nos poços dos aldeões
como nos charcos
o restolhar de prata da folhagem
previne do passo do anjo, na escuridão
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