A Noite Abre Meus Olhos

A Noite Abre Meus Olhos

avaliação dos leitores (4 comentários)
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura.

«A Noite Abre meus Olhos» reúne toda a poesia publicada por José Tolentino Mendonça incluindo já, nesta nova edição, os livros «Estação Central» e «A Papoila e o Monge».

Sobre a poesia de José Tolentino Mendonça reflecte Jerónimo Pizarro, no posfácio que preparou para esta edição, dizendo-nos ser «[¿] bem mais nocturna do que muita da poesia portuguesa. É a noite, e não o dia, que "abre seus olhos", e os fulgores dessa noite - iluminada pelas recordações - são os que, de forma fragmentária, o poeta procura captar […]. Resgatando o que o tempo apaga, exercendo um determinado tipo de resistência vital, partilhando um olhar diferente sobre o mundo, hospedando o Leitor no poema […].»
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CRÍTICAS DE IMPRENSA


"Devemos reconhecer, com alegria, que José Tolentino Mendonça, no momento de reunir toda a sua poesia, usa a sua original vigilância: mantém quase intactos os seus primeiros livros e submete a cortes significativos os mais recentes, [fazendo com que neste livro triunfe o melhor deste poeta, tão bem posto em relevo no longo ensaio de Silvina Rodrigues Lopes que serve de posfácio]. Silvina fala da dimensão de escuta e de reflexão, de alegria e de perda, de atenção e de intensidade. E estes binómios são importantes; porque permitem perceber que a poesia de José Tolentino Mendonça não se resolve numa dimensão unívoca e reclama um nível de elaboração interpretativa que a torna sempre mais complexa, menos apaziguada, cheia de dissonâncias que vêm perturbar a harmonia."
António Guerreiro, Expresso, Actual
«Tudo o que a poesia de A noite abre meus olhos traz para a luz ou escuridão do sentir e do pensar, o traz no seu distanciar-se, movimento que não se compadece com os hábitos da domesticação ou simplesmente da racionalidade que para se erguer ignora o que não seja dado em método, substância ou ideia. Não ignorando aquilo de que não se pode dispor, os poemas deste livro fazem sua a condição de prosseguir nomeando o possível, respondendo ao impossível, assim fazendo ressoar a dualidade no âmago do mundo, assim inscrevendo nele os seus trajectos sem regresso. Ao fazê-lo assinalam por vezes como fé ou acompanhamento de Deus, potência alterante, o impulso de partida que se gera e se prova no ritmo mais íntimo e mais próprio da vida, do poema […]. Uma leitura deste livro não podendo remeter a fé que aí se assume para a categoria de acessório, não é por isso necessariamente conduzida à discussão de uma questão religiosa, ou sequer de uma questão de Deus. Construindo-se como escuta e reflexão, a disponibilidade para o que altera torna-se-lhe intrínseca, e também ela tem uma única forma de acompanhar o que lê.»
Silvina Rodrigues Lopes

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Poesia em português
T. R. |2016-06-26
Uma excelente compilação, esta. Poesia belíssima. Imperdível.
O lado místico da poesia
VFontes |2014-11-24
Este é uma obra de reunião. Não só reúne a vasta obra de Tolentino Mendonça, como nos convoca a tomar parte dela, como se de um chamamento poético se tratasse. Encontramos na poesia de Tolentino uma dimensão mística e uma humanidade que tanta vezes nos comove. Esta é uma obra profunda e lúcida que merece um lugar destacado nas melhores estantes de poesia.

DETALHES DO PRODUTO

A Noite Abre Meus Olhos
ISBN:978-972-37-1789-1
Edição/reimpressão:12-2014
Editor:Assírio & Alvim
Código:78634
Idioma:Português
Dimensões:152 x 212 x 39 mm
Encadernação:Capa dura
Páginas:464
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia > Plano Nacional de Leitura > Formação de Adultos > Sugestões de Leitura
Poeta, sacerdote e professor, José Tolentino Mendonça nasceu em 1965, na Ilha da Madeira. Doutorado em Teologia Bíblica, em Roma, volta para Lisboa e nesta cidade, torna-se capelão e docente da cadeira de Teologia Bíblica na Universidade Católica.
Padre desde os 24 anos de idade, José Tolentino Mendonça afirma que a sua vocação religiosa "foi uma coisa da juventude, inconsequente, imprudente, inesperada, que eu procuro manter. Ser padre é (...) aceitar a pobreza como condição. E a pobreza é uma coisa chata de viver. É achar que isso pode ser uma forma de dizer alguma coisa ao seu tempo. ".
Ocupando já um lugar de destaque na poesia portuguesa contemporânea, o autor, para quem "A poesia é a arte de resistir ao seu tempo", integrou uma delegação que representou Portugal, então país homenageado, em 1999, na 9.ª Bienal Internacional do livro do Rio de Janeiro, ao lado de uma plêiade conceituada de escritores e poetas portugueses. Este prestígio foi legitimado através da escolha do seu nome para fazer parte de uma antologia de poetas portugueses, da responsabilidade da Lacerda Editores. Organizada por Alberto da Costa e Silva e Alexei Rueno, esta obra intitulada "Panorama da Moderna Poesia Portuguesa", reúne 72 poetas modernos consagrados, nomeadamente Jorge Sena, Nuno Júdice e Fernando Pinto do Amaral. Em 2000, fez a apresentação da reedição do livro O Pobre Tolo de Teixeira de Pascoaes, escritor falecido em 1952 e de quem Tolentino Mendonça dizia ser "uma figura de fronteira na paisagem mental do século português ".
Editou o seu primeiro livro de poesia Os Dias Contados em 1990 e, desde então, tem diversificado a sua obra como poeta, ensaísta e tradutor. Assim, em 1997 traduziu Cântico dos Cânticos, em 1994 editou o ensaio As Estratégias do Desejo: Um Discurso Bíblico Sobre a Sexualidade, em 1997 Longe Não Sabia, em 1998 A que Distância Deixaste o Coração e, finalmente, o livro de poesia De Igual Para Igual.
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