A Invenção do Dia Claro

(edição fac-similada)

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ISBN: 978-972-37-0969-8
Edição/reimpressão: 12-2005
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78991
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SINOPSE

Edição fac-similada «Escripta de uma só maneira para todas as espécies de orgulho, seguida das démarches para a Invenção e acompanhada das confidencias mais intimas e geraes. Ensaios para a iniciação de portuguezes na revelação da pintura — Com um retrato do autor por elle-proprio — primeiro milhar — Lisbôa "Olisipo", Apartado 145, 1921 (redigido conforme o texto original)
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Invenção do dia claro
Sofia martins | 2019-11-03
Excelente

DETALHES DO PRODUTO

A Invenção do Dia Claro
de José de Almada Negreiros
ISBN: 978-972-37-0969-8
Edição/reimpressão: 12-2005
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78991
Idioma: Português
Dimensões: 190 x 255 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 48
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre José de Almada Negreiros

Nascido em São Tomé em 1893, viveu em Portugal e revelou-se como um artista e um escritor polifacetados: artista plástico, poeta, ensaísta, romancista e dramaturgo, ligou-se em 1913 ao grupo modernista.
Utilizou sempre uma linguagem considerada mais elementar que a do seu desenho e construiu a sua obra literária por entre tensões - dividido entre a intuição e a análise, entre a vocação poética e o espírito ensaístico. Em todas estas manifestações criativas mostrou sempre uma grande capacidade de invenção.
Com Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, formou o grupo da revista Orpheu, tendo mais tarde lançado a revista Sudoeste e promovido uma série de conferências. Sempre desejou que a produção artística se orientasse pela linha de renovação dos países já animados do espírito europeu - o que pode explicar a tendência provocatória de alguns dos seus manifestos (com destaque para o conhecido Manifesto Anti-Dantas) e o ter participado e fomentado muitas das manifestações culturais realizadas no seu tempo em Portugal. Ao nível da prosa literária, deve-se destacar o seu romance Nome de Guerra.
Faleceu em 1970 em Lisboa.
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