A Margem da Alegria

A Margem da Alegria

ISBN:978-972-37-0873-8
Edição/reimpressão:04-2004
Editor:Assírio & Alvim
Código:78043
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SINOPSE

Depois de "Poemas de Ruy Belo" ditos por Luís Miguel Cintra, surge novo audiolivro na A&A, ainda com Ruy Belo, desta vez o poema-livro "A Margem da Alegria" dito pelos actores António Fonseca, Luís Lima Barreto, Luís Miguel Cintra, Luísa Cruz, Manuela de Freitas, Márcia Breia e a participação de Manuel Cintra.
O livro contém 2 CDs com 120', o texto do poema e uma apresentação de LMC, onde o actor/encenador do Teatro da Cornucópia explica a génese deste trabalho, a partir de um espectáculo construído e apresentado no teatro do Bairro Alto. Ou melhor, "uma celebração", "o testemunho íntimo de uma geração às voltas com o seu envelhecimento. Orgulhosa ou envergonhada do que pensou. Reconhecendo-se ou não na sua pele. [uma] geração [do] reino da paixão. Do excesso. Quis a morte do bom-senso. Esta é a [sua] poesia em 1974. Assim continuamos a sentir? Como se ama agora? Dizer este poema, representar este texto, obriga-nos a uma verdadeira celebração da emoção."
Um "imenso rio de versos", "coisas transmitidas de uma geração pra outra geração", coisas de quando "todas as palavras eram relativamente novas e caíam como pétalas /e não havia tantas tão miúdas minudências rodeando os corpos". Onde "sempre [é] possível a surpresa do prazer".
Para ouvir. Para ler.
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DETALHES DO PRODUTO

A Margem da Alegria
ISBN:978-972-37-0873-8
Edição/reimpressão:04-2004
Editor:Assírio & Alvim
Código:78043
Idioma:Português
Dimensões:148 x 208 x 16 mm
Encadernação:Capa mole
Tipo de Produto:Livro

sobre Ruy Belo

Doutorado em Direito Canónico pela Universidade de S. Tomás de Aquino, em Roma, e licenciado em Filologia Românica e em Direito pela Universidade de Lisboa, lecionou no ensino secundário e foi leitor de Português na Universidade de Madrid. Foi diretor literário de uma editora; chefe de redação da revista Rumo; adjunto do Diretor do Serviço de Escolha de Livros do Ministério da Educação Nacional; bolseiro de investigação da Fundação Calouste Gulbenkian; tradutor de numerosos autores franceses e colaborador em várias publicações periódicas. Vítima de um edema pulmonar, a sua morte precoce, em 1978, colheu de surpresa uma série de escritores que lhe dedicam, no mesmo ano, uma Homenagem a Ruy Belo. Iniciada em 1961, mas mantendo-se, na confluência da poesia dos anos 50, equidistante quer de um dogmatismo neo-realista quer do excesso surrealista, mas incorporando aquisições dessas duas formas de comunicação estética, para António Ramos Rosa, «A poesia de Ruy Belo é uma incessante reflexão sobre o tempo e a morte e a incerta identidade do sujeito que em vão procura o lugar originário onde se encontraria o ser na sua totalidade [...]. A incerteza e uma profunda frustração, muitas vezes impregnada de uma trágica ironia, dominam esta procura do lugar ontológico e da degradação existencial». (Incisões Oblíquas, Lisboa, 1987, p. 66). Abarcando a crítica irónica da realidade social e a denúncia das diversas problemáticas que equacionam o homem, desde a sua vivência espiritual e religiosa até ao envolvimento concreto e existencial, a poesia de Ruy Belo é uma «forma de intervenção, de compromisso, de luta por um mundo melhor [...] sem [...] o poeta pactuar com a demagogia, com o oportunismo que afinal representa não ver primordialmente na arte criação de beleza, construção de objectos tanto quanto possível belos em si mesmos» («Nota do Autor» a País Possível, 1973).
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