Dias e Dias

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SINOPSE

Mais do que a experiência de um confinamento entre quatro paredes, em Dias e Dias, Adília Lopes constrói um diálogo entre as memórias, presentes e passadas, dos objetos, das divisões da casa e as ruas, as flores e os edifícios que povoam estas páginas de reflexão: «Vem aí a macacoa, a miséria? Por enquanto aqui ainda tenho paz.»
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

A sua escrita atravessa e arrebata várias origens e instala um sincretismo singularíssimo.
Maria Conceição Caleiro, Público
Da poesia de Adília, que por vezes se exprime em prosa, pode-se dizer que à primeira vista se estranha. Depois, se se gosta, entranha-se.
Carlos Fiolhais, jornal i

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Dias e Dias
michelk9 | 2021-08-01
o mais recente livro da Adília Lopes. Poesia, quarentena, covid temas para uma cronica única.
Maravilhosa Adília Lopes
Manuel Agusto Ramos Rosa | 2021-04-07
Quem já familiarizou com a obra de Adília sabe que estamos perante o que de melhor tem a poesia constemporânea portuguesa. Adília é fabulosa! A ler sempre e obrigatóriamente.

DETALHES DO PRODUTO

Dias e Dias
ISBN: 978-972-37-2156-0
Edição/reimpressão: 10-2020
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79215
Idioma: Português
Dimensões: 145 x 205 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 64
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Poesia
Adília Lopes, pseudónimo literário de Maria José da Silva Viana Fidalgo de Oliveira, nasceu em Lisboa, em 1960. Frequentou a licenciatura em Física, na Universidade de Lisboa, que viria a abandonar quando já estava prestes a completá-la. Começa a publicar a sua poesia no Anuário de Poetas não Publicados da Assírio & Alvim, em 1984. Antes disso, em 1983, começa uma nova licenciatura, em Literatura e Linguística Portuguesa e Francesa, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Pelo meio, antes de a terminar, publica o seu primeiro livro de poesia, Um Jogo Bastante Perigoso, em edição de autor (1985). Da sua extensa obra poética, destacam-se ainda os títulos Irmã Barata, Irmã Batata (2000), Manhã (2015), Bandolim (2016), Estar em Casa (2018) ou ainda Dobra (2021), a mais recente reunião da sua obra publicada, incluindo inéditos. Tem colaborado em diversos jornais e revistas, em Portugal e no estrangeiro, com poemas, artigos e poemas traduzidos.
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