Bandolim

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SINOPSE

Aranhas, árvores, gatos, biografia, memórias. Não necessariamente por esta ordem. «Bandolim» é o mais recente livro de Adília Lopes, de que aqui deixamos um poema:
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MODUS OPERANDI

Nunca consegui escrever nada com projectos, planos, programas, esquemas, prazos. Grão a grão, verso a verso, enche a galinha o papo. Pôr o carro à frente dos bois. Assim é que funcionou para mim.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

“Selecionado na lista de melhores livros de 2016 do jornal “Expresso”:
Expresso

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Poucas palavras, grandes impactos
João F. Ribeiro | 2025-03-06
Só tenho pena de ter má memória, que me impede de relembrar as frases e excertos que tanto gostei. Fotografei-os todos.
Lirismo prosaico
J.S | 2020-11-28
O trabalho poético de Adília Lopes é prova de que há lirismo no banal, no prosaico, no detalhe mínimo de uma palavra. Porém, uma leitura mais atenta e de alguém experimentado, mostrará que, afinal, o que é simples é-o, apenas, aparentemente.

DETALHES DO PRODUTO

Bandolim
de Adília Lopes
ISBN: 978-972-37-1916-1
Edição/reimpressão: 10-2016
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79452
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Poesia
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre Adília Lopes

Adília Lopes, pseudónimo literário de Maria José da Silva Viana Fidalgo de Oliveira, nasceu em Lisboa em 1960 e faleceu a 30 de dezembro de 2024. Frequentou a licenciatura em Física, na Universidade de Lisboa, que viria a abandonar quando já estava prestes a completá-la. Começa a publicar a sua poesia no Anuário de Poetas não Publicados da Assírio & Alvim, em 1984. Antes disso, em 1983, começa uma nova licenciatura, em Literatura e Linguística Portuguesa e Francesa, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Pelo meio, antes de a terminar, publica o seu primeiro livro de poesia, Um Jogo Bastante Perigoso, em edição de autor (1985). Da sua extensa obra poética, destacam-se ainda os títulos Irmã Barata, Irmã Batata (2000), Manhã (2015), Bandolim (2016), Estar em Casa (2018), Dias e Dias (2020) e Choupos (2023). Dobra (2024) é a mais recente reunião da sua obra publicada, incluindo inéditos. Colaborou em diversos jornais e revistas, em Portugal e no estrangeiro, com poemas, artigos e poemas traduzidos.
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