Manifesto Anti-Dantas e por Extenso

ISBN: 978-972-37-1688-7
Edição/reimpressão: 05-2013
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79350
Coleção: Sons
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SINOPSE

Publicado em 1915 o Manifesto Anti-Dantas foi uma reacção pública e veemente de Almada Negreiros contra a oposição crítica e conservadora ao movimento modernista português, aqui personificada por Júlio Dantas. A edição que agora se apresenta, da responsabilidade de Sara Afonso Ferreira, inclui uma gravação inédita do Manifesto Anti-Dantas lido pelo próprio Almada Negreiros.

[Contém 1 CD com 22'41'']
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DETALHES DO PRODUTO

Manifesto Anti-Dantas e por Extenso
de José de Almada Negreiros
ISBN: 978-972-37-1688-7
Edição/reimpressão: 05-2013
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79350
Coleção: Sons
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 209 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Ensaios
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre José de Almada Negreiros

Nascido em São Tomé em 1893, viveu em Portugal e revelou-se como um artista e um escritor polifacetados: artista plástico, poeta, ensaísta, romancista e dramaturgo, ligou-se em 1913 ao grupo modernista.
Utilizou sempre uma linguagem considerada mais elementar que a do seu desenho e construiu a sua obra literária por entre tensões - dividido entre a intuição e a análise, entre a vocação poética e o espírito ensaístico. Em todas estas manifestações criativas mostrou sempre uma grande capacidade de invenção.
Com Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, formou o grupo da revista Orpheu, tendo mais tarde lançado a revista Sudoeste e promovido uma série de conferências. Sempre desejou que a produção artística se orientasse pela linha de renovação dos países já animados do espírito europeu - o que pode explicar a tendência provocatória de alguns dos seus manifestos (com destaque para o conhecido Manifesto Anti-Dantas) e o ter participado e fomentado muitas das manifestações culturais realizadas no seu tempo em Portugal. Ao nível da prosa literária, deve-se destacar o seu romance Nome de Guerra.
Faleceu em 1970 em Lisboa.
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