Manifestos

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avaliação dos leitores (1 comentários)
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ISBN:978-972-37-1909-3
Edição/reimpressão:05-2016
Editor:Assírio & Alvim
Código:79448
Coleção:Almada Breve
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SINOPSE

São apenas quatro, mas os manifestos de Almada Negreiros constituem peças-chave para a Vanguarda nos anos 10 do século XX. São textos de grande intensidade, que participam de um momento revolucionário nas artes em Portugal e no mundo.

A colecção Almada Breve reúne uma série de antologias da obra literária de José de Almada Negreiros. Organizada por géneros, apresenta em sequência cronológica textos decisivos do autor, anotados, com uma introdução que os contextualiza, e incluindo os desenhos ou arte gráfica das publicações originais, elementos imprescindíveis para a leitura dos escritos de que fazem parte.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Manifestos de Almada - a palavra enquanto arte performativa
Eusébio André |2018-11-28
Este livro constitui-se como um documento indispensável para a compreensão do vanguardismo artístico português, em particular no início do século XX. Os quatro manifestos de Almada reunidas nesta obra sinalizam não só o modo como a criação artística portuguesa de posiciona no regime de emergência do vanguardismo europeu, mas sobretudo como a palavra se apresenta transformada num ato performativo, ele próprio marcadamente criativo e disruptivo. Ressalte-se também o modo como Almada, através dos seus manifestos, instaura um programa "revolucionário" e convulsivo de refundação de Portugal, na base de uma rasura civilizacional, cujo epítome é o Ultimatum Futurista: o elogio da "guerra" para se recomeçar Portugal.

DETALHES DO PRODUTO

Manifestos
ISBN:978-972-37-1909-3
Edição/reimpressão:05-2016
Editor:Assírio & Alvim
Código:79448
Coleção:Almada Breve
Idioma:Português
Dimensões:122 x 180 x 8 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:80
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
Nascido em São Tomé em 1893, viveu em Portugal e revelou-se como um artista e um escritor polifacetados: artista plástico, poeta, ensaísta, romancista e dramaturgo, ligou-se em 1913 ao grupo modernista.
Utilizou sempre uma linguagem considerada mais elementar que a do seu desenho e construiu a sua obra literária por entre tensões - dividido entre a intuição e a análise, entre a vocação poética e o espírito ensaístico. Em todas estas manifestações criativas mostrou sempre uma grande capacidade de invenção.
Com Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, formou o grupo da revista Orpheu, tendo mais tarde lançado a revista Sudoeste e promovido uma série de conferências. Sempre desejou que a produção artística se orientasse pela linha de renovação dos países já animados do espírito europeu - o que pode explicar a tendência provocatória de alguns dos seus manifestos (com destaque para o conhecido Manifesto Anti-Dantas) e o ter participado e fomentado muitas das manifestações culturais realizadas no seu tempo em Portugal. Ao nível da prosa literária, deve-se destacar o seu romance Nome de Guerra.
Faleceu em 1970 em Lisboa.
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