Uma Abelha na Chuva

avaliação dos leitores (8 comentários)
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ISBN: 978-972-37-0800-4
Edição/reimpressão: 04-2015
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78004
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

«A abelha foi apanhada pela chuva: vergastadas, impulsos, fios do aguaceiro a enredá-la, golpes de vento a ferirem-lhe o voo. Deu com as asas em terra e uma bátega mais forte espezinhou-a. Arrastou-se no saibro, debateu-se ainda, mas a voragem acabou por levá-la com as folhas mortas.»

Uma Abelha na Chuva conta-nos as peripécias de Álvaro Rodrigues Silvestre e sua mulher. A acção decorre na aldeia de Montouro, num Outono chuvoso, e centra-se nas personagens que a habitam e rodeiam este casal, através de quem ficamos a conhecer o Portugal provinciano de meados do século XX. Este livro notável, que marca a literatura portuguesa e viria a dar origem ao filme homónimo do realizador Fernando Lopes, está recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para leitura autónoma no Ensino Secundário.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Bastante bom
Carina S. | 2019-04-28
Uma leitura extraordinária e rápida e simples de ler.
Muito Bom
Adelino Rodrigues | 2019-01-18
Adoro literatura portuguesa. Assim, só posso deixar os meus parabéns ao autor e à Wook. Excelente

DETALHES DO PRODUTO

Uma Abelha na Chuva
ISBN: 978-972-37-0800-4
Edição/reimpressão: 04-2015
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78004
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 210 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de Produto: Livro
Carlos de Oliveira nasceu em 1921, em Belém do Pará, filho de pais portugueses emigrados no Brasil. Tinha apenas dois anos quando a família regressou a Portugal. Na cidade que o acolheu, Coimbra, participou no grupo do Novo Cancioneiro, na génese do movimento Neorrealista, de que viria a ser uma das maiores vozes. Colaborou nas revistas Altitude e Seara Nova, e dirigiu durante algum tempo a revista Vértice. Começou a destacar-se com os seus livros de poesia – Mãe Pobre (1945), Micropaisagem (1968), Pastoral (1977), entre outros. O seu trabalho distingue-se pela constante depuração da escrita e pelo questionamento do gesto autoral, levando-o a corrigir e reescrever quase todos os seus trabalhos até ao final da vida: são disso exemplo os seus romances Casa na Duna (1943), Pequenos Burgueses (1948), Uma Abelha na Chuva (1953) ou Finisterra (1978). Faleceu em Lisboa a 1 de julho de 1981.
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